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Questão de Administração Geral — Gestão Estratégica — FGV 2025

Administração GeralGestão Estratégica
Código
fg114816
Banca
FGV
Órgão
MPE-RJ
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Analista do Ministério Público - Área Administrativa
A negociação estratégica é um processo dinâmico de comunicação e tomada de decisão, no qual as partes envolvidas buscam alcançar um acordo mutuamente benéfico, conciliando interesses, necessidades e objetivos.Uma limitação do conceito de barganha em uma negociação estratégica reside no fato de que
  1. Aa Zona de Possível Acordo (ZOPA) é um conceito irrelevante no processo de negociação estratégica, pois os negociadores nunca consideram um intervalo de valores para alcançar um consenso.
  2. Bdeclarações iniciais que classificam determinados itens como “inegociáveis” podem se tornar problemáticas, pois, ao longo do processo, a necessidade de revisá-las pode expor os líderes a constrangimentos.
  3. Co processo de ancoragem de valores ocorre de maneira estática no início da negociação e não sofre alterações ao longo do processo, tornando a troca de “negociáveis” desnecessária.
  4. Da negociação estratégica se baseia unicamente na imposição de limites fixos desde o início, tornando qualquer adaptação ou concessão inviável.
  5. Eo conceito de barganha em negociações estratégicas é totalmente aplicável, pois desde o início todas as trocas e valores são definidos de forma estável e previsível.
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GabaritoB — declarações iniciais que classificam determinados itens como “inegociáveis” podem se tornar problemáticas, pois, ao longo do processo, a necessidade de revisá-las pode expor os líderes a constrangimentos.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Negociação Estratégica e Barganha

Gabarito: letra B. A alternativa B aponta corretamente uma limitação da barganha em negociações estratégicas: declarações iniciais que classificam itens como “inegociáveis” podem gerar constrangimentos futuros quando a necessidade de revisão expõe os negociadores, revelando a rigidez da abordagem posicional. As demais alternativas distorcem conceitos fundamentais como ZOPA, ancoragem e a própria essência da negociação estratégica.

A negociação estratégica, diferentemente da barganha posicional, valoriza a flexibilidade, a busca de interesses comuns e a disposição para reavaliar posições ao longo do processo. A barganha, por focar em posições fixas e trocas rígidas, apresenta limitações quando confrontada com a dinâmica real das negociações.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Afirma que a Zona de Possível Acordo (ZOPA) é irrelevante e que nunca é considerada. Na verdade, a ZOPA é um conceito central: representa o intervalo onde um acordo é possível e mutuamente aceitável. Negociadores experientes sempre avaliam a ZOPA para orientar suas propostas. A alternativa erra ao descartar sua importância.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A rigidez de declarar itens como “inegociáveis” no início da negociação pode ser problemática porque, diante de novas informações ou concessões necessárias, rever essa posição pode abalar a credibilidade e expor os líderes a constrangimentos. Essa é uma limitação clássica da barganha: a dificuldade de se afastar de posições iniciais sem perder a face.

Alternativa C — ❌ Incorreta

O processo de ancoragem de valores não é estático; ele pode ser ajustado à medida que a negociação avança e novas informações surgem. Dizer que a troca de “negociáveis” é desnecessária contradiz a própria ideia de negociação, que se baseia em concessões mútuas. A ancoragem é um viés inicial, não uma trava irreversível.

Alternativa D — ❌ Incorreta

A negociação estratégica não se baseia unicamente na imposição de limites fixos. Pelo contrário, ela busca adaptação, concessões e soluções criativas. A alternativa descreve, na verdade, um modelo ultrapassado de barganha posicional rígida, que não reflete a abordagem estratégica moderna.

Alternativa E — ❌ Incorreta

O conceito de barganha não é totalmente aplicável em negociações estratégicas, especialmente porque trocas e valores não são definidos de forma estável e previsível desde o início. A barganha é apenas uma das abordagens, e sua aplicação irrestrita ignora a natureza dinâmica e imprevisível das negociações complexas.

NÃO CAIA NESSA!

A armadilha mais comum é confundir barganha com negociação estratégica, supondo que toda negociação se reduz a trocas lineares e posições fixas. A banca explora essa confusão ao apresentar alternativas que generalizam ou distorcem conceitos. Fique atento: a negociação estratégica exige flexibilidade, e a barganha rígida é justamente uma limitação a ser superada.

PEGA ESSA DICA!

APO

APO = Administração por Objetivos (a organização define objetivos mensuráveis, verificáveis e conjuntos entre os departamentos)

— Teoria Neoclássica / abordagem de gestão por objetivos

Gabarito: letra B.

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