Questão de Matemática — Probabilidade — FGV 2025
- Código
- fg119303
- Banca
- FGV
- Órgão
- Prefeitura de São José dos Campos - SP
- Ano
- 2025
- Nível
- Médio
- Cargo
- Assistente em Gestão Municipal
- A1/6.
- B1/5.
- C1/4.
- D1/3.
- E1/2.
GabaritoE — 1/2.
Gabarito: letra E — a conta chega a 1/2 (alternativa E).
A probabilidade mede a chance de um evento acontecer, comparando os casos favoráveis com o total de casos possíveis. Quando o espaço amostral é finito e os resultados são igualmente prováveis, usamos P = (casos favoráveis)/(casos possíveis). Nesta questão, o evento é 'soma ímpar', que ocorre quando um número é par e o outro é ímpar. Como a soma é comutativa (a ordem não altera o resultado), contamos as combinações de bolas, não os pares ordenados. O total de combinações de 2 bolas entre 4 é C(4,2) = 6, e os casos favoráveis são as combinações com um par e um ímpar, que são 3. Assim, a probabilidade é 3/6 = 1/2.
4 bolas numeradas 2, 4, 5, 6
sorteio de 2 bolas em sequência, sem reposição
O que queremos: a probabilidade de a soma dos números sorteados ser ímpar
Precisamos saber quantos resultados diferentes podem ocorrer. Como a soma não depende da ordem (2+5 é igual a 5+2), contamos as combinações, não os pares ordenados. Isso evita contar cada caso duas vezes.
Por que esta fórmula: Usamos combinação porque a ordem não importa para a soma. A fórmula C(n, k) = n! / (k! (n-k)!) dá o número de maneiras de escolher k elementos entre n, sem considerar a ordem.
De onde vem cada valor: = enunciado: há 4 bolas · = enunciado: sorteamos 2 bolas
= 6 combinações possíveis
Usar 4 × 3 = 12 (pares ordenados) em vez de combinações, contando cada par duas vezes.
A soma de dois números é ímpar apenas quando um é par e o outro é ímpar. Na caixa, os pares são 2 e 4, e os ímpares são 5 e 6. Precisamos contar quantas combinações têm exatamente um par e um ímpar.
Por que esta fórmula: Não há fórmula; contamos diretamente as combinações que satisfazem a condição. Listamos todas as 6 combinações e verificamos a soma.
3 combinações favoráveis: (2,5), (4,5), (5,6)
Esquecer que (2,5) e (5,2) são a mesma combinação, contando 6 casos favoráveis em vez de 3.
Com o total de casos possíveis (6) e os favoráveis (3), aplicamos a definição clássica de probabilidade: dividimos os favoráveis pelo total.
Por que esta fórmula: A probabilidade é sempre (casos favoráveis) / (casos possíveis), quando todos os resultados são igualmente prováveis. Aqui, cada combinação tem a mesma chance de ser sorteada.
De onde vem cada valor: = passo 2: 3 · = passo 1: 6
Confundir com 2/3, que seria o resultado se contássemos pares ordenados (8/12), mas isso está errado porque a ordem não importa.
Resposta: 1/2 (alternativa E)
Link permanente: /questoes/fg119303