Questão de Contabilidade Geral — Balanço Patrimonial — FGV 2025
- Código
- fg121165
- Banca
- FGV
- Órgão
- TCE-PE
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Analista de Controle Externo - Contas Públicas
- AR$2.297.
- BR$2.472.
- CR$2.650.
- DR$2.725.
- ER$2.825.
GabaritoD — R$2.725.
Gabarito: letra D. A depreciação acumulada em 30/06/2025 é de R$ 2.725, calculada a partir do custo total do ativo (incluindo os custos de remoção), ajustado pelo aumento da estimativa de remoção e pela nova vida útil, com depreciação linear. O valor decorre de: (i) custo inicial = R$ 12.000 (preço) + R$ 1.000 (instalação) + R$ 2.000 (custo de remoção inicial) = R$ 15.000; (ii) depreciação acumulada de 01/01/2023 a 31/12/2024 = 2 anos × (R$ 15.000 / 15 anos) = R$ 2.000; (iii) em 31/12/2024, valor contábil = R$ 15.000 - R$ 2.000 = R$ 13.000; (iv) aumento do custo de remoção em R$ 1.500 → novo valor contábil = R$ 14.500; (v) nova vida útil restante = 10 anos; (vi) depreciação de 01/01/2025 a 30/06/2025 = 6 meses × (R$ 14.500 / 10 / 12) = R$ 725; (vii) depreciação acumulada final = R$ 2.000 + R$ 725 = R$ 2.725.
A banca cobra o CPC 27 (Ativo Imobilizado) e CPC 25 (Provisões), que determinam que os custos de desmontagem integram o custo do ativo e as revisões de estimativa ajustam o valor contábil. O erro mais comum é desconsiderar o custo de remoção ou não atualizar a provisão.
R$ 2.297. Esse valor pode surgir se o candidato depreciar o ativo sem incluir o custo de remoção (base R$ 13.000) e/ou não considerar o aumento da provisão, resultando em depreciação acumulada menor.
R$ 2.472. Possível erro: considerar a base de depreciação inicial sem o acréscimo da provisão, mas com ajuste parcial da vida útil.
R$ 2.650. Pode advir de usar a base correta (R$ 15.000) mas não adicionar o aumento de R$ 1.500 da provisão, calculando a depreciação sobre R$ 13.000 remanescente com vida útil restante não ajustada.
R$ 2.725, conforme demonstrado no cálculo.
R$ 2.825. Provém de considerar o custo total (R$ 15.000) mas usar a vida útil total original (15 anos) após a revisão, ou de incluir o aumento da provisão de forma duplicada.
A banca exige que o candidato lembre de incluir os custos de remoção no custo do ativo (CPC 27) e contabilizar a revisão da provisão (CPC 25). O erro clássico é depreciar apenas o valor de compra (R$ 12.000) ou ignorar o ajuste da provisão. Além disso, a revisão da vida útil altera a taxa de depreciação futura, e a depreciação acumulada anterior não é ajustada.
Para questões de depreciação com obrigação de desmontagem, lembre-se: custo do ativo = preço de compra + custos de instalação + valor presente dos custos de desmontagem. Ao reestimar a provisão, ajuste o valor contábil e a depreciação futura. Monte a linha do tempo: aquisição (01/01/2023) → depreciação por 2 anos → revisão (31/12/2024) → depreciação por mais 6 meses.
Gabarito: letra D — R$ 2.725.
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