SAMBA (Serviço de compartilhamento de arquivos)
Gabarito: letra E. O SAMBA, em sua versão mais recente, permite que máquinas Linux se integrem ao Active Directory do Windows, aplicando políticas de segurança de forma unificada com os serviços Windows. As demais alternativas contêm erros conceituais: o SAMBA não usa NFS, não armazena senhas no smb.conf, não exige mesmo sistema de arquivos, e o arquivo smb.conf não fica em /usr/local/samba.conf.
Alternativa A — ❌ Incorreta
O SAMBA utiliza o protocolo SMB/CIFS (Server Message Block / Common Internet File System) para compartilhamento de arquivos, e não o NFS (Network File System), que é usado em ambientes Unix/Linux. A banca troca o protocolo correto por um similar.
Alternativa B — ❌ Incorreta
No modo de segurança de domínio (domain security mode), o SAMBA não armazena senhas no arquivo smb.conf. As senhas são armazenadas em um banco de dados separado (ex.: smbpasswd, tdbsam ou ldapsam). O smb.conf contém apenas configurações gerais do serviço.
Alternativa C — ❌ Incorreta
O SAMBA é capaz de compartilhar arquivos entre sistemas com diferentes sistemas de arquivos (ext4, NTFS, FAT32, etc.), pois opera na camada de rede. Não há exigência de mesmo sistema de arquivos.
Alternativa D — ❌ Incorreta
O arquivo principal de configuração do SAMBA é o smb.conf, mas seu local padrão é /etc/samba/smb.conf (ou /usr/local/samba/lib/smb.conf em algumas distribuições), e não /usr/local/samba.conf. A instalação não cria o arquivo nesse caminho.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O SAMBA suporta integração com Active Directory (AD) por meio de Kerberos, LDAP e autenticação NTLM. Dessa forma, máquinas Linux podem participar do domínio Windows, receber políticas de grupo (Group Policy) e centralizar a autenticação, unificando a gestão de segurança.