Questão de Sistemas Operacionais — Linux — FGV 2025
Sistemas Operacionais›Linux
Código
fg123997
Banca
FGV
Órgão
TRT - 24ª REGIÃO (MS)
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Área Apoio Especializado - Tecnologia da Informação (Reaplicação)
RPM é um sistema de gerenciamento de pacotes que roda no Red Hat Enterprise Linux.Com relação ao RMP é correto afirmar que
Apermite instalar, reinstalar, remover, atualizar e verificar pacotes com ferramentas padrão de gerenciamento de pacotes, tais como Yum ou APT.
Bassina digitalmente seus pacotes usando as chaves de assinatura do GNU Pretty Good Privacy (PGP), garantindo a sua autenticidade e integridade.
Cusa metadados para descrever os pacotes, suas instruções de instalação e outros parâmetros de pacotes.
Dsuporta versões únicas de um mesmo pacote, não permite a instalação de pacotes de diferentes versões.
Epermite carregar localmente a base de dados de pacotes caso seja danificada na web, garantindo a funcionalidade do sistema hospedeiro.
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GabaritoC — usa metadados para descrever os pacotes, suas instruções de instalação e outros parâmetros de pacotes.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
RPM (Red Hat Package Manager) no Linux
Gabarito: letra C. O RPM (RPM Package Manager) é o sistema de gerenciamento de pacotes padrão do Red Hat Enterprise Linux e distribuições derivadas. Sua característica central é o uso de metadados dentro dos pacotes (formato .rpm) para descrever nome, versão, dependências, instruções de instalação e scripts de pré/pós-configuração. É exatamente isso que a alternativa C afirma.
A banca testa o conhecimento sobre as funcionalidades e ferramentas associadas ao RPM. Vamos analisar cada alternativa:
RPM (Red Hat Package Manager): Metadados do pacote (.rpm) (Nome e versão, Dependências e conflitos, Scripts de pré/pós-instalação); Ferramentas padrão (Yum, DNF (sucessor), APT (Debian/Ubuntu)); Assinatura digital (Verifica com GPG, "GNU PGP" (termo incorreto)); Versões (Permite múltiplas versões (ex.: kernels), Multilib (arquiteturas diferentes))
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que o RPM permite operações com ferramentas como Yum ou APT. O APT (Advanced Package Tool) é o gerenciador de pacotes das distribuições Debian/Ubuntu, não do ecossistema RPM. As ferramentas padrão para RPM são Yum e seu sucessor DNF. A inclusão do APT torna a alternativa errada.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Diz que o RPM "assina digitalmente seus pacotes usando as chaves de assinatura do GNU Pretty Good Privacy (PGP)". Embora o RPM suporte verificação de assinaturas digitais (usando GPG – GNU Privacy Guard), a redação é imprecisa: "GNU PGP" não é um termo oficial (o correto é GPG) e o RPM não assina os pacotes; ele apenas verifica assinaturas previamente inseridas pelos empacotadores. A alternativa, portanto, contém erros conceituais.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O RPM utiliza metadados extensos para descrever cada pacote. Esses metadados incluem nome, versão, licença, dependências, conflitos, scripts de instalação e remoção, entre outros parâmetros. Isso permite que o sistema gerencie corretamente a instalação e a integridade do software.
Alternativa D — ❌ Incorreta
A afirmação "não permite a instalação de pacotes de diferentes versões" é falsa. O RPM permite instalar diferentes versões de pacotes desde que sejam tratados como pacotes distintos (ex.: kernels com versões diferentes podem coexistir). Além disso, é possível usar mecanismos como "multilib" para manter arquiteturas diferentes. A parte "suporta versões únicas" também é ambígua, mas o erro principal é a proibição de versões diferentes.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A descrição é confusa e incorreta. O RPM mantém uma base de dados local (em /var/lib/rpm) que registra pacotes instalados. Se essa base for danificada, existem ferramentas de recuperação, mas não há relação com "carregar localmente a base de dados da web". A alternativa não corresponde à realidade.
NÃO CAIA NESSA!
Cuidado com a alternativa A, que mistura APT (Debian) com o ecossistema RPM. Na alternativa B, a banca usa o termo "GNU PGP" em vez de GPG, tentando confundir quem sabe que RPM suporta assinaturas, mas desconhece a nomenclatura correta.