Em 01/01/2023, uma entidade adquiriu câmeras de monitoramento para as suas instalações por R$ 10.000. A vida útil das câmeras foi estimada em 5 anos, e não foi considerado valor residual. Além disso, as câmeras eram depreciadas de acordo com o método da linha reta. As câmeras começaram a ser usadas imediatamente. No entanto, em 31/12/2025, a entidade considerou que os custos de manutenção eram maiores do que os benefícios gerados, e decidiu parar de usar as câmeras. Deste modo, foi estimado que, em 31/12/2025, não havia valor em uso, enquanto o seu valor justo líquido de despesas de venda era de R$ 3.500.Após realizado o teste de recuperabilidade das câmeras, a entidade deve
Amanter o ativo pelo seu valor contábil.
Bbaixar todo o ativo, com contrapartida em passivo.
Cbaixar todo o ativo, com contrapartida no resultado.
Dreconhecer a perda de recuperabilidade, com contrapartida no resultado.
Ereconhecer a perda por recuperabilidade, com contrapatida no patrimônio líquido.
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GabaritoD — reconhecer a perda de recuperabilidade, com contrapartida no resultado.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Teste de Recuperabilidade (Impairment) – Ativo Imobilizado
Gabarito: letra D. Após o teste, constata-se que o valor contábil (R$ 4.000) supera o valor recuperável (R$ 3.500), gerando uma perda por impairment de R$ 500. Essa perda deve ser reconhecida no resultado do período, conforme as normas de contabilidade aplicadas ao setor público (NBC TSP 01).
Cálculo do valor contábil em 31/12/2025:
Custo de aquisição: R$ 10.000
Vida útil: 5 anos, depreciação linear sem valor residual → R$ 2.000/ano
Depreciação acumulada (3 anos): R$ 6.000
Valor contábil: R$ 4.000
Valor recuperável = maior entre valor em uso (R$ 0) e valor justo líquido de despesas de venda (R$ 3.500) = R$ 3.500. Perda por impairment = R$ 4.000 - R$ 3.500 = R$ 500.
1Valor contábil: R$ 4.000
2Valor recuperável: R$ 3.500
3Perda: R$ 500
4[-] Contrapartida no resultado
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Manter o ativo pelo seu valor contábil ignoraria a perda de recuperabilidade, violando as normas de impairment.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Baixar todo o ativo com contrapartida em passivo não tem fundamento; o ativo não foi alienado ou desreconhecido.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Baixar todo o ativo (desreconhecimento total) seria adequado apenas se o ativo fosse descartado ou alienado. Aqui, ainda há valor recuperável de R$ 3.500, portanto o ativo permanece registrado.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Reconhecer a perda de recuperabilidade com contrapartida no resultado é o procedimento correto. A perda de R$ 500 reduz o valor contábil do ativo para R$ 3.500 e é registrada como despesa no resultado.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A perda por impairment impacta o resultado, não o patrimônio líquido. Apenas ajustes de reavaliação (quando permitidos) podem afetar diretamente o PL.
NÃO CAIA NESSA!
Para resolver questões de impairment, calcule sempre o valor contábil e compare com o valor recuperável (maior entre valor em uso e valor justo líquido de despesas de venda). Se houver perda, ela vai para o resultado. Atenção: não confundir impairment com desreconhecimento total do ativo.
MNEMÔNICO
É Ela, A ANA!
ÉEscrituração (Escrituração Contábil)AAnálise das Demonstrações Contábeis/FinanceirasANAAuditoria. (As técnicas contábeis são conjuntos de procedimentos que registram, lançam e analisam fatos contábeis.)