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Questão de Segurança da Informação — Protocolo SSL — FGV 2026

Segurança da InformaçãoProtocolo SSL
Código
fg126227
Banca
FGV
Órgão
AL-GO
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Analista Legislativo - Desenvolvedor de Sistemas
Um Departamento de Tecnologia da Informação da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO) está revisando sua arquitetura de segurança para garantir comunicações seguras entre os sistemas institucionais e as plataformas digitais utilizadas no âmbito do Poder Legislativo. Nesse processo, a equipe de TI avalia como o SSL/TLS realiza a geração e a troca de material de chave durante o handshake, visando assegurar confidencialidade, integridade e conformidade com padrões de segurança.Assinale qual das afirmativas abaixo sobre o processo de geração de material de chave no protocolo SSL/TLS é verdadeira.
  1. AO processo de geração de material de chave é realizado exclusivamente pelo cliente, e o servidor apenas aceita o resultado.
  2. BO Material de chave gerado no SSL é utilizado apenas uma vez e não é mais necessário em futuras comunicações entre o mesmo cliente e servidor.
  3. CO processo de geração de material de chave envolve o uso de uma Função Pseudorrandom (PRF), que combina várias entradas para produzir a chave.
  4. DO material de chave gerado no SSL não pode ser usado no handshake, pois é gerado após a troca inicial de chaves.
  5. EO SSL/TLS utiliza apenas algoritmos simétricos na geração de material de chave, excluindo qualquer método assimétrico.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — O processo de geração de material de chave envolve o uso de uma Função Pseudorrandom (PRF), que combina várias entradas para produzir a chave.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Geração de material de chave no SSL/TLS

Gabarito: letra C. O protocolo SSL/TLS utiliza uma Função Pseudorrandom (PRF) para gerar o material de chave a partir do segredo mestre e de outros valores aleatórios trocados durante o handshake. Esse processo é fundamental para derivar as chaves simétricas, MACs e vetores de inicialização que protegerão a comunicação.

A banca examina o conhecimento sobre como o SSL/TLS deriva o material criptográfico após o estabelecimento do segredo mestre. A PRF combina entradas como segredo mestre, aleatório do cliente e aleatório do servidor para produzir as chaves de forma segura e determinística.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Afirma que o cliente gera o material sozinho e o servidor apenas aceita. Na verdade, o handshake é mutual: ambos contribuem com números aleatórios e, dependendo do método de troca de chaves, o servidor também participa ativamente (ex.: Diffie-Hellman).

Alternativa B — ❌ Incorreta

Diz que o material de chave é usado uma única vez. O SSL/TLS permite retomada de sessão (session resumption), onde o mesmo segredo mestre pode ser reutilizado para gerar novo material de chave em conexões futuras, otimizando o desempenho.

Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A PRF é o mecanismo central para derivar o material de chave. Ela combina o segredo mestre com os valores aleatórios do cliente e servidor, além de um rótulo específico, para gerar as chaves de escrita, MAC e IVs de forma segura.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Afirma que o material de chave não pode ser usado no handshake. O material de chave é gerado justamente para ser usado após o handshake, protegendo os dados da aplicação. O handshake estabelece o segredo mestre; a PRF deriva as chaves operacionais a partir dele.

Alternativa E — ❌ Incorreta

O SSL/TLS emprega criptografia assimétrica na fase de troca de chaves (ex.: RSA, Diffie-Hellman) para estabelecer o pré-master secret. Apenas a derivação do material de chave via PRF é simétrica.

Gabarito: letra C

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