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Questão de Segurança da Informação — Análise de Vulnerabilidade e Gestão de Riscos — FGV 2026

Segurança da InformaçãoAnálise de Vulnerabilidade e Gestão de Riscos
Código
fg126391
Banca
FGV
Órgão
AL-GO
Ano
2026
Nível
Médio
Cargo
Policial Legislativo
Na segurança executiva e de autoridades, a proteção da pessoa não pode ser dissociada da proteção da informação. Dados relativos a rotinas, deslocamentos, agendas, hábitos e padrões comportamentais constituem ativos sensíveis que, quando expostos, ampliam significativamente a superfície de risco e favorecem a atuação de agentes hostis. A doutrina especializada reconhece que falhas informacionais e comportamentais precedem a maioria dos incidentes graves envolvendo autoridades protegidas.À luz da doutrina da segurança executiva e de autoridades, assinale a alternativa que melhor expressa a concepção tecnicamente correta de segurança da informação aplicada à proteção de autoridades.
  1. AA segurança da autoridade está essencialmente vinculada à eficiência da escolta armada, sendo a proteção da informação um elemento secundário, relevante apenas em operações de maior visibilidade.
  2. BA proteção informacional deve concentrar-se na confidencialidade de planos operacionais formais, admitindo-se maior flexibilidade quanto à exposição de rotinas e hábitos da autoridade em ambientes considerados seguros.
  3. CA segurança da informação na proteção de autoridades depende prioritariamente de meios tecnológicos e de protocolos escritos, cabendo ao agente apenas o cumprimento formal das ordens estabelecidas.
  4. DA proteção eficaz da autoridade exige o controle rigoroso de informações sensíveis, a mitigação contínua de vulnerabilidades, especialmente as comportamentais, e a adoção permanente de postura discreta e disciplinada pelo agente, em serviço e fora dele.
  5. EA discrição excessiva compromete a integração da equipe de segurança, razão pela qual a ampla circulação de informações internas reduz riscos operacionais.
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GabaritoD — A proteção eficaz da autoridade exige o controle rigoroso de informações sensíveis, a mitigação contínua de vulnerabilidades, especialmente as comportamentais, e a adoção permanente de postura discreta e disciplinada pelo agente, em serviço e fora dele.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Segurança da Informação na Proteção de Autoridades

Gabarito: letra D. A alternativa D sintetiza corretamente a doutrina de segurança executiva ao afirmar que a proteção eficaz da autoridade exige controle rigoroso de informações sensíveis, mitigação contínua de vulnerabilidades (especialmente as comportamentais) e postura discreta e disciplinada do agente em serviço e fora dele — exatamente os pontos que o enunciado destaca como essenciais para evitar a ampliação da superfície de risco.

A questão testa a compreensão de que, na segurança de autoridades, a proteção da pessoa e da informação são indissociáveis. Dados sobre rotinas, agendas e padrões comportamentais são ativos sensíveis; sua exposição favorece agentes hostis. A doutrina reconhece que falhas informacionais e comportamentais precedem a maioria dos incidentes graves.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Afirma que a segurança da autoridade está essencialmente vinculada à eficiência da escolta armada, tratando a proteção da informação como secundária. O enunciado rebate frontalmente essa ideia ao declarar que "a proteção da pessoa não pode ser dissociada da proteção da informação" e que "falhas informacionais precedem a maioria dos incidentes graves". A alternativa reduz o problema a um aspecto operacional, ignorando a centralidade da informação.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Concentra a proteção informacional apenas na confidencialidade de planos operacionais formais, admitindo flexibilidade quanto à exposição de rotinas e hábitos em ambientes seguros. O enunciado, contudo, classifica esses dados (rotinas, deslocamentos, hábitos) como ativos sensíveis cuja exposição amplia a superfície de risco. A alternativa é incompleta e perigosa ao relativizar a proteção desses dados.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Afirma que a segurança depende prioritariamente de meios tecnológicos e protocolos escritos, cabendo ao agente apenas cumprir ordens formalmente. A doutrina, porém, enfatiza o papel do comportamento e da postura do agente (disciplina, discrição, mitigação de vulnerabilidades comportamentais). Reduzir a segurança a tecnologia e normas desumaniza o processo e ignora o fator humano, que é crítico.

Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Aborda de forma completa e precisa os três pilares: controle rigoroso de informações sensíveis (incluindo dados comportamentais), mitigação contínua de vulnerabilidades (com destaque para as comportamentais) e postura discreta e disciplinada do agente em tempo integral. Essa visão holística está em perfeita harmonia com a doutrina apresentada no enunciado.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Sustenta que a discrição excessiva compromete a integração da equipe e que a ampla circulação de informações internas reduz riscos operacionais. O enunciado afirma o oposto: a exposição de informações (inclusive internas) amplia a superfície de risco. A doutrina prega restrição e sigilo, não ampla circulação. A alternativa inverte a lógica da segurança.

Gabarito: letra D

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