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Questão de Contabilidade Geral — Balanço Patrimonial — FGV 2026

Contabilidade GeralBalanço Patrimonial
Código
fg130255
Banca
FGV
Órgão
AMAZUL
Ano
2026
Nível
Médio
Cargo
Técnico em Contabilidade
Em 31/12/2024, uma sociedade empresária apresentava, entre seus ativos imobilizados, um terreno, por R$250.000.Ao realizar o teste de recuperabilidade do terreno, a sociedade empresária estimou que o seu valor em uso era de R$240.000, enquanto o valor justo líquido de despesas de venda era de R$258.000.Na Demonstração do Resultado anual da sociedade empresária, em 31/12/2024, houve reconhecimento de despesa com a perda de recuperabilidade do terreno de
  1. Azero.
  2. BR$2.000.
  3. CR$8.000.
  4. DR$10.000.
  5. ER$18.000.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — zero.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Teste de Recuperabilidade (Impairment) – Ativo Imobilizado

Gabarito: letra A. O valor recuperável do terreno é o maior entre o valor em uso (R$240.000) e o valor justo líquido de despesas de venda (R$258.000), ou seja, R$258.000. Como o valor contábil (R$250.000) é menor que o valor recuperável, não há perda por impairment – despesa zero.

A questão exige aplicar as regras do CPC 01 (R1) / NBC TG 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos. O procedimento é:

  1. Determinar o valor recuperável: maior entre (a) valor em uso e (b) valor justo líquido de despesas de venda.

  2. Comparar com o valor contábil: se valor contábil > valor recuperável, reconhece perda (diferença). Caso contrário, nenhuma perda.

No caso:

  • Valor contábil = R$250.000

  • Valor em uso = R$240.000

  • Valor justo líquido = R$258.000

  • Valor recuperável = max(R$240.000; R$258.000) = R$258.000

Como R$250.000 < R$258.000, não há perda. O reconhecimento na DRE é zero.

Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Exatamente o que a regra determina: o valor recuperável é R$258.000, superior ao contábil, logo não há despesa.

Alternativa B — ❌ Incorreta (R$2.000)

Valor sem correspondência com os cálculos. Resultaria de erro como (R$258.000 – R$250.000 = R$8.000) subtraído indevidamente, ou confusão com outro ativo.

Alternativa C — ❌ Incorreta (R$8.000)

Corresponderia a (valor justo – valor contábil), mas se o valor justo líquido fosse o valor recuperável e este fosse menor que o contábil, a perda seria a diferença. Aqui, o valor recuperável é maior, portanto não há perda.

Alternativa D — ❌ Incorreta (R$10.000)

É a diferença entre valor contábil e valor em uso (R$250.000 – R$240.000). O erro comum: usar o menor valor (valor em uso) como referência sem considerar o valor justo. O valor recuperável é o maior, não o menor.

Alternativa E — ❌ Incorreta (R$18.000)

Não há cálculo que justifique esse número. Talvez resultasse de (R$258.000 – R$240.000), mas irrelevante para a decisão.

NÃO CAIA NESSA!

A banca induz o candidato a calcular a perda com base no valor em uso (R$240.000), que é menor, gerando R$10.000 de perda (alternativa D). A chave é lembrar que o valor recuperável é o maior entre os dois montantes. Como o valor justo líquido (R$258.000) supera o contábil, não há impairment.

PEGA ESSA DICA!

Na hora da prova, sempre identifique primeiro os dois componentes do valor recuperável (valor em uso e valor justo líquido) e pegue o maior. Só então compare com o valor contábil. Essa ordem evita o erro mais comum.

Gabarito: letra A – despesa zero.

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