Na recepção de um lote de bovinos para o abate, não houve como comprovar a procedência desses animais, pois não havia um documento de trânsito.Nesse cenário, a ação correta do SIF determina que os animais
Adevem ser destinados ao abate em separado, ao final do abate, e todos os produtos gerados devem ser destruídos.
Bdevem ser destinados ao abate de emergência, interrompendo o fluxo de abate.
Cdevem ser devolvidos à propriedade de origem imediatamente.
Dpodem ser abatidos normalmente junto aos outros, desde que marcados para que os produtos sejam destinados ao aproveitamento condicional.
Eserão destinados a leilão, caso seja constatado que estão saudáveis, após avaliação do médico veterinário responsável.
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GabaritoA — devem ser destinados ao abate em separado, ao final do abate, e todos os produtos gerados devem ser destruídos.
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Recepção de bovinos sem documentação de trânsito - Conduta do SIF
Gabarito: letra A. Animais que chegam ao abatedouro sem Guia de Trânsito Animal (GTA) ou qualquer comprovante de procedência devem ser considerados suspeitos e, portanto, abatidos em separado, ao final do abate, e todos os seus produtos (carcaça, vísceras, etc.) devem ser condenados e destruídos. Essa medida visa evitar que animais de origem desconhecida, possivelmente doentes ou oriundos de propriedades não fiscalizadas, entrem na cadeia alimentar, protegendo a saúde pública.
A banca testa o conhecimento das normas de inspeção federal (RIISPOA) quanto a animais sem procedência comprovada.
Critério
Animais sem GTA (procedência)
Abate de emergência
Animais com documentação regular
Conduta do SIF
Abate em separado, ao final do abate
Abate imediato, interrompendo fluxo
Abate normal, junto aos demais
Destino dos produtos
Todos condenados e destruídos
Aproveitamento condicional ou condenação, conforme caso
Aproveitamento normal, após inspeção
Fundamento
Origem ignorada = risco sanitário
Risco iminente à saúde do animal
Procedência e sanidade comprovadas
1Animais retidos na recepção
2Abate em separado (final)
3Produtos condenados
4Destruição total
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Conforme o RIISPOA e as instruções normativas do SIF, animais que chegam sem documentação são considerados de origem ignorada e, portanto, suspeitos. Devem ser abatidos em separado, em horário diferente (geralmente ao final da rotina), e todos os produtos gerados (carne, miúdos, couro, etc.) são condenados e destinados à destruição (graxaria ou incineração). Essa é a medida para evitar riscos sanitários.
Alternativa B — ❌ Incorreta
O abate de emergência é aplicado a animais que apresentam risco iminente à saúde (ex.: fraturas, doença súbita), não para resolver falta de documentação. Interromper o fluxo de abate para um abate de emergência não é a conduta padrão para animais sem GTA; o protocolo é abater em separado, mas não necessariamente interrompendo todo o processo.
Alternativa C — ❌ Incorreta
A devolução dos animais à propriedade não é permitida sem a devida documentação, justamente por não se conhecer a origem. Além disso, o transporte de volta poderia disseminar doenças. O SIF não autoriza o retorno; os animais ficam retidos no estabelecimento até a regularização ou, na falta dela, são abatidos e condenados.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Não se pode abater animais sem procedência junto com os demais, pois há risco de contaminação de toda a linha de abate. Mesmo que sejam marcados, o aproveitamento condicional só se aplica a casos específicos (ex.: cisticercose leve) após inspeção detalhada, mas aqui a falta de origem impede qualquer aproveitamento — a condenação total é a regra.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Animais sem procedência não podem ser destinados a leilão, pois isso viola os controles sanitários e de rastreabilidade. Além disso, a avaliação do médico veterinário pode atestar saúde, mas a ausência de documentação impede a circulação dos animais, devendo ser abatidos e os produtos destruídos.