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Questão de Veterinária — Abatedouro — FGV 2026

VeterináriaAbatedouro
Código
fg131913
Banca
FGV
Órgão
PC-PI
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Perito Criminal - Medicina Veterinária
Na recepção de um lote de bovinos para o abate, não houve como comprovar a procedência desses animais, pois não havia um documento de trânsito.Nesse cenário, a ação correta do SIF determina que os animais
  1. Adevem ser destinados ao abate em separado, ao final do abate, e todos os produtos gerados devem ser destruídos.
  2. Bdevem ser destinados ao abate de emergência, interrompendo o fluxo de abate.
  3. Cdevem ser devolvidos à propriedade de origem imediatamente.
  4. Dpodem ser abatidos normalmente junto aos outros, desde que marcados para que os produtos sejam destinados ao aproveitamento condicional.
  5. Eserão destinados a leilão, caso seja constatado que estão saudáveis, após avaliação do médico veterinário responsável.
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GabaritoA — devem ser destinados ao abate em separado, ao final do abate, e todos os produtos gerados devem ser destruídos.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Recepção de bovinos sem documentação de trânsito - Conduta do SIF

Gabarito: letra A. Animais que chegam ao abatedouro sem Guia de Trânsito Animal (GTA) ou qualquer comprovante de procedência devem ser considerados suspeitos e, portanto, abatidos em separado, ao final do abate, e todos os seus produtos (carcaça, vísceras, etc.) devem ser condenados e destruídos. Essa medida visa evitar que animais de origem desconhecida, possivelmente doentes ou oriundos de propriedades não fiscalizadas, entrem na cadeia alimentar, protegendo a saúde pública.

A banca testa o conhecimento das normas de inspeção federal (RIISPOA) quanto a animais sem procedência comprovada.

Critério

Animais sem GTA (procedência)

Abate de emergência

Animais com documentação regular

Conduta do SIF

Abate em separado, ao final do abate

Abate imediato, interrompendo fluxo

Abate normal, junto aos demais

Destino dos produtos

Todos condenados e destruídos

Aproveitamento condicional ou condenação, conforme caso

Aproveitamento normal, após inspeção

Fundamento

Origem ignorada = risco sanitário

Risco iminente à saúde do animal

Procedência e sanidade comprovadas

  1. 1Animais retidos na recepção
  2. 2Abate em separado (final)
  3. 3Produtos condenados
  4. 4Destruição total
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Conforme o RIISPOA e as instruções normativas do SIF, animais que chegam sem documentação são considerados de origem ignorada e, portanto, suspeitos. Devem ser abatidos em separado, em horário diferente (geralmente ao final da rotina), e todos os produtos gerados (carne, miúdos, couro, etc.) são condenados e destinados à destruição (graxaria ou incineração). Essa é a medida para evitar riscos sanitários.

Alternativa B — ❌ Incorreta

O abate de emergência é aplicado a animais que apresentam risco iminente à saúde (ex.: fraturas, doença súbita), não para resolver falta de documentação. Interromper o fluxo de abate para um abate de emergência não é a conduta padrão para animais sem GTA; o protocolo é abater em separado, mas não necessariamente interrompendo todo o processo.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A devolução dos animais à propriedade não é permitida sem a devida documentação, justamente por não se conhecer a origem. Além disso, o transporte de volta poderia disseminar doenças. O SIF não autoriza o retorno; os animais ficam retidos no estabelecimento até a regularização ou, na falta dela, são abatidos e condenados.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Não se pode abater animais sem procedência junto com os demais, pois há risco de contaminação de toda a linha de abate. Mesmo que sejam marcados, o aproveitamento condicional só se aplica a casos específicos (ex.: cisticercose leve) após inspeção detalhada, mas aqui a falta de origem impede qualquer aproveitamento — a condenação total é a regra.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Animais sem procedência não podem ser destinados a leilão, pois isso viola os controles sanitários e de rastreabilidade. Além disso, a avaliação do médico veterinário pode atestar saúde, mas a ausência de documentação impede a circulação dos animais, devendo ser abatidos e os produtos destruídos.

Gabarito: letra A.

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