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Questão de Medicina Legal — Odontologia Legal — FGV 2026

Medicina LegalOdontologia Legal
Código
fg132083
Banca
FGV
Órgão
PC-PI
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Perito Oficial Criminal Odontolegista
Em um caso de ossada humana encontrada próxima a uma área rural de Santo Antônio do Oeste, o perito realiza a reconstrução facial com base nas medidas dos tecidos moles sobre pontos anatômicos do crânio.O aspecto fundamental para garantir maior fidedignidade na reconstrução é
  1. Aa aplicação padronizada das mesmas espessuras teciduais em qualquer crânio.
  2. Ba observação das variações anatômicas, conforme sexo, idade e grupo étnico.
  3. Co uso de modelagem digital como substituto do exame antropológico.
  4. Da colagem de próteses faciais artificiais sem base osteológica.
  5. Ea ausência de interferência de fatores como trauma ou patologia.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoB — a observação das variações anatômicas, conforme sexo, idade e grupo étnico.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Reconstrução Facial Forense

Gabarito: letra B. A reconstrução facial forense para identificação de ossadas baseia-se em tabelas de espessura de tecidos moles que variam conforme sexo, idade e grupo étnico (ancestralidade). Ignorar essas variações e aplicar espessuras padronizadas compromete a fidedignidade, tornando essencial a observação das variações anatômicas.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Afirma que a aplicação padronizada das mesmas espessuras teciduais garante maior fidedignidade. Na realidade, as espessuras variam significativamente entre indivíduos de diferentes sexos, idades e grupos étnicos. A padronização uniforme ignora essas diferenças e reduz a precisão da reconstrução.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A observação das variações anatômicas conforme sexo, idade e grupo étnico é o fundamento da reconstrução facial forense. Tabelas de espessura específicas para cada subpopulação permitem estimar a profundidade dos tecidos com maior acurácia, resultando em uma face reconstruída mais confiável.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A modelagem digital é uma ferramenta que auxilia o perito, mas não substitui o exame antropológico. A análise morfológica do crânio e a aplicação de dados populacionais continuam sendo a base do processo. Afirmar que a modelagem digital substitui o exame antropológico é equivocado.

Alternativa D — ❌ Incorreta

A colagem de próteses faciais artificiais sem base osteológica não é um procedimento de reconstrução facial forense válido. A reconstrução deve ser feita a partir da estrutura óssea e das referências de tecidos moles; próteses sem essa base não contribuem para a identificação confiável.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Embora traumas e patologias possam deformar o crânio e dificultar a reconstrução, a ausência desses fatores não é o aspecto fundamental para a fidedignidade. O ponto central é considerar as variações normais das espessuras teciduais; mesmo na ausência de lesões, a reconstrução será imprecisa se não forem respeitadas as variações populacionais.

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