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Questão de Português — Colocação Pronominal — FGV 2026

PortuguêsColocação Pronominal
Código
fg156034
Banca
FGV
Órgão
ALERJ
Ano
2026
Cargo
Esp Leg ( )
Iniciativas que estão transformando a Educação no Rio


        Atualmente, diversas iniciativas estão transformando a educação no Rio de Janeiro, proporcionando novas abordagens que impactam positivamente alunos e professores. Programas inovadores estão sendo implementados para criar um ambiente de aprendizagem mais dinâmico e inclusivo.

            Uso de Tecnologia Educacional

      Uma das principais transformações é o uso de tecnologia educacional nas aulas. Recursos como plataformas online, aplicativos educacionais e ferramentas interativas estão ajudando a engajar os alunos de forma mais efetiva. Isso não só facilita o acesso ao conhecimento, como também estimula a autonomia.

           Projetos Sociais e Comunitários

       Iniciativas sociais, como projetos que envolvem a comunidade local, têm mostrado resultados promissores. Programas de reforço escolar, atividades extracurriculares e parcerias com ONGs ajudam a complementar a educação formal e oferecem suporte adicional aos estudantes.

            Formação Continuada de Professores

          A formação continuada de professores é outra peça fundamental nesta transformação. A capacitação em novas metodologias e tecnologias de ensino prepara os educadores para lidar com os desafios atuais, oferecendo auxílio para que eles possam explorar todo o potencial de seus alunos.

       Essas iniciativas, quando unidas, criam um ecossistema mais forte para a educação no Rio, contribuindo para uma aprendizagem mais rica e efetiva. A comunidade escolar ganha muito com a implementação de ações que promovem a inclusão e a inovação.

        O futuro da educação no Rio de Janeiro

      As transformações na educação do Rio de Janeiro mostram que há esperança e caminho para um futuro melhor. Com iniciativas inovadoras, uso de tecnologia e o envolvimento da comunidade, é possível construir uma educação mais inclusiva e de qualidade.

       À medida que se investe na capacitação de educadores e se promove o uso efetivo dos recursos disponíveis, espera-se que mais alunos sejam motivados e alcançados. A colaboração entre todos os agentes envolvidos é crucial para alcançar resultados positivos.

      Assim, o compromisso contínuo com a educação pode levar a mudanças significativas, capacitando as novas gerações a criarem um futuro mais próspero e igualitário.


Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, 2025. 

Atenção: o Texto a seguir se refere à  próxima questão.

   

O texto traz a frase:

 

À medida que se investe na capacitação de educadores e se promove o uso efetivo dos recursos disponíveis ...”, em que ocorre o uso correto de pronomes pessoais oblíquos.

 

Assinale a opção em que a colocação do pronome pessoal oblíquo também está gramaticalmente correta.

  1. A“Deveria existir uma pitada de diletantismo na crítica, pois o diletante é um entusiasta que ainda não acomodou-se e não está preso aos hábitos.”
  2. B“Não pode chamar-se realmente de língua o idioma que não possui escritor.”
  3. C“Se enganam aqueles que querem combater o uso com a gramática.”
  4. D“Ai dos feitores de traduções literárias que, ao traduzirem cada palavra, enfraquecem o sentido! Este é bem o caso em que não pode se dizer que a letra mata e o espírito vivifica.”
  5. E“Podes conhecer o espírito de qualquer pessoa, se observares como ela comporta-se ao receber elogios.”
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GabaritoB — “Não pode chamar-se realmente de língua o idioma que não possui escritor.”

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Colocação Pronominal: Próclise, Ênclise e Mesóclise

Gabarito: letra B. A alternativa B é a única em que a colocação do pronome oblíquo átono está gramaticalmente correta: “Não pode chamar-se realmente de língua o idioma que não possui escritor.” A regra que decide é a da ênclise obrigatória em início de oração (quando não há palavra atrativa), exatamente como ocorre no trecho do texto-base: “À medida que se investe...”, que usa próclise por haver conjunção subordinativa atrativa. A banca testa se você sabe quando o pronome deve vir antes (próclise) ou depois (ênclise) do verbo.

O comando da questão

O enunciado pede que você identifique a alternativa em que a colocação do pronome oblíquo átono está correta. Isso é uma questão de gramática normativa — não de interpretação. Você precisa aplicar as regras de próclise, ênclise e mesóclise a cada frase. O texto-base serve apenas como ponto de partida: ele apresenta um exemplo de próclise (“À medida que se investe...”), mas a questão quer que você encontre outra construção igualmente correta.

A regra que decide

A colocação pronominal segue três posições:

  • Próclise: pronome antes do verbo. Obrigatória quando há palavra atrativa antes do verbo: partícula negativa (“não”, “nunca”), advérbio (“sempre”, “talvez”), pronome relativo (“que”, “quem”), conjunção subordinativa (“quando”, “se”, “embora”), pronome indefinido (“alguém”, “ninguém”), pronome interrogativo (“quem”, “que”).

  • Ênclise: pronome depois do verbo. Usada quando não há palavra atrativa, principalmente em início de oração e com verbos no infinitivo impessoal (facultativo).

  • Mesóclise: pronome no meio do verbo. Usada com verbos no futuro do presente e futuro do pretérito, desde que não haja palavra atrativa.

No texto-base, a frase “À medida que se investe...” usa próclise porque “À medida que” é uma locução conjuntiva subordinativa — palavra atrativa que puxa o pronome para antes do verbo. A alternativa B usa ênclise porque a oração começa com o verbo “pode” (não há palavra atrativa antes), e o pronome “se” fica depois do verbo auxiliar: “pode chamar-se”.

Análise das alternativas

Colocação pronominal
  • 1Próclise (antes do verbo)
    • Palavras atrativas
      • Negação (não, nunca)
      • Advérbios (sempre, talvez)
      • Pronomes relativos (que, como)
      • Conjunções subordinativas (quando, se)
      • Pronomes indefinidos/interrogativos
  • 2Ênclise (depois do verbo)
    • Início de oração
    • Infinitivo impessoal (facultativo)
  • 3Mesóclise (meio do verbo)
    • Futuro do presente
    • Futuro do pretérito
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Alternativa A — ❌ Incorreta

“Deveria existir uma pitada de diletantismo na crítica, pois o diletante é um entusiasta que ainda não acomodou-se e não está preso aos hábitos.”

Aqui, o pronome “se” está proclítico (antes do verbo) em “acomodou-se”, mas há uma palavra atrativa antes: o advérbio “não”. A regra manda usar próclise com partícula negativa: “não se acomodou”. A forma “acomodou-se” viola a próclise obrigatória. Erro: contradiz a regra de próclise com partícula negativa.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

“Não pode chamar-se realmente de língua o idioma que não possui escritor.”

Aqui, o pronome “se” está enclítico (depois do verbo) em “chamar-se”. A oração começa com o verbo “pode” — não há palavra atrativa antes —, então a ênclise é obrigatória. A forma “chamar-se” está correta. Regra: em início de oração, sem palavra atrativa, usa-se ênclise.

Alternativa C — ❌ Incorreta

“Se enganam aqueles que querem combater o uso com a gramática.”

Aqui, o pronome “se” está proclítico (antes do verbo) em “Se enganam”, mas a oração começa com o pronome — não há palavra atrativa antes. A regra manda usar ênclise em início de oração: “Enganam-se aqueles...”. A forma “Se enganam” viola a ênclise obrigatória. Erro: contradiz a regra de ênclise em início de oração.

Alternativa D — ❌ Incorreta

“Ai dos feitores de traduções literárias que, ao traduzirem cada palavra, enfraquecem o sentido! Este é bem o caso em que não pode se dizer que a letra mata e o espírito vivifica.”

Aqui, o pronome “se” está proclítico (antes do verbo) em “se dizer”, mas há uma palavra atrativa antes: a partícula negativa “não”. A regra manda usar próclise com partícula negativa: “não se pode dizer”. A forma “não pode se dizer” está incorreta — o pronome deveria vir antes do verbo “pode”, não depois. Erro: contradiz a regra de próclise com partícula negativa.

Alternativa E — ❌ Incorreta

“Podes conhecer o espírito de qualquer pessoa, se observares como ela comporta-se ao receber elogios.”

Aqui, o pronome “se” está enclítico (depois do verbo) em “comporta-se”, mas há uma palavra atrativa antes: o pronome relativo “como”. A regra manda usar próclise com pronome relativo: “como ela se comporta”. A forma “comporta-se” viola a próclise obrigatória. Erro: contradiz a regra de próclise com pronome relativo.

Conclusão

A alternativa B é a única que respeita a regra de ênclise em início de oração. As demais erram ao usar próclise ou ênclise em contextos que exigem o contrário. Gabarito: letra B.

PEGA ESSA DICA!

Ao resolver questões de colocação pronominal, identifique primeiro se há palavra atrativa antes do verbo. Se houver, use próclise; se não houver, use ênclise (ou mesóclise, no futuro).

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