Questão de Matemática — Geometria Espacial — FGV 2025
- Código
- fg167946
- Banca
- FGV
- Órgão
- PM SP
- Ano
- 2025
- Cargo
- Sold ( )
- A20.
- B25.
- C30.
- D40.
- E45.
GabaritoA — 20.
Gabarito: letra A — a conta chega a 20 viagens — alternativa A.
O paralelepípedo é um prisma com seis faces retangulares; quando a base é um quadrado, o volume é o produto da área da base pela altura. O volume mede o espaço ocupado, em centímetros cúbicos, e a capacidade mede o quanto de líquido cabe, em litros — a ponte entre eles é que 1 litro equivale a 1.000 cm³.
O volume de qualquer prisma é V = A_base × h. Aqui a base é um quadrado de lado 15 cm, então A_base = 15 × 15 = 225 cm². Multiplicando pela altura de 18 cm, obtemos o volume em cm³. Depois, para saber quantas viagens são necessárias, dividimos a capacidade total pelo volume de cada vasilhame — e, como não existe fração de viagem, arredondamos para cima.
Esta questão cobra exatamente esse fluxo: calcular o volume do vasilhame, converter para litros e dividir a capacidade do recipiente por esse volume, arredondando para cima.
capacidade do recipiente = 80 litros
base do vasilhame = quadrado de lado 15 cm
altura do vasilhame = 18 cm
O que queremos: o número de vezes que o vasilhame precisa ser enchido e despejado para encher o recipiente
O volume do paralelepípedo é área da base vezes altura; sem a área da base não há volume. Como a base é um quadrado, a área é o lado ao quadrado.
Por que esta fórmula: A área de um quadrado é lado × lado, pois todos os lados são iguais.
De onde vem cada valor: = enunciado: 15 cm
Usar 15 × 18 direto, esquecendo que a base é quadrada — isso daria o volume errado.
Com a área da base em mãos, multiplicamos pela altura para obter o volume em centímetros cúbicos — a unidade natural das medidas dadas.
Por que esta fórmula: O volume de um prisma é sempre área da base × altura; aqui a base é o quadrado do passo 1.
De onde vem cada valor: = passo 1: 225 cm² · = enunciado: 18 cm
Esquecer de elevar o lado ao quadrado e usar 15 × 18 = 270 cm³ — um volume 15 vezes menor.
O recipiente é medido em litros, então precisamos do volume do vasilhame na mesma unidade para comparar. A relação 1 L = 1.000 cm³ é a ponte entre volume e capacidade.
Por que esta fórmula: 1 litro equivale a 1 decímetro cúbico, e 1 dm = 10 cm, então 1 dm³ = 10³ cm³ = 1.000 cm³. Para converter de cm³ para L, dividimos por 1.000.
De onde vem cada valor: V_cm^3 = passo 2: 4.050 cm³
Usar 1 L = 100 cm³ — isso daria 40,5 L e apenas 2 viagens, um absurdo que não aparece nas alternativas.
Cada viagem transporta 4,05 litros; para saber quantas viagens são necessárias, dividimos o total de 80 litros por esse volume.
Por que esta fórmula: Número de viagens = capacidade total ÷ volume por viagem, pois cada viagem contribui com o mesmo volume.
De onde vem cada valor: = enunciado: capacidade do recipiente · = passo 3: volume do vasilhame em litros
Arredondar para baixo (19) — mas não existe fração de viagem, então precisa ser para cima.
Como não é possível fazer 0,75 de uma viagem, Arquimedes precisa de uma viagem inteira a mais. Na 20ª viagem, o recipiente estará cheio (com um pequeno transbordo de 1 litro, irrelevante para o problema).
Por que esta fórmula: Arredondar para cima é a regra quando o resultado não é inteiro e a ação exige viagens completas.
Arredondar para baixo e marcar 19 — não existe alternativa com 19, mas o raciocínio errado levaria a 19,75 → 19.
Resposta: 20 viagens — alternativa A
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