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Questão de Veterinária — Farmacologia Veterinária — FAU 2026

VeterináriaFarmacologia Veterinária
Código
gp000134
Banca
FAU
Órgão
Prefeitura de Borrazópolis - PR
Ano
2026
Cargo
Médico Veterinário
No tratamento farmacológico de pacientes em estado crítico ou com patologiascrônicas, a escolha da droga e a compreensão de sua farmacocinética são determinantespara o sucesso terapêutico. Sobre o uso de agentes terapêuticos na clínica veterinária,assinale a alternativa CORRETA.
  1. AO uso de glicocorticoides, como a dexametasona, é a primeira escolha no tratamento dochoque hipovolêmico descompensado em cães, pois promove o aumento imediato do débitocardíaco e a estabilização das membranas lisossomais sem causar imunossupressão ou riscos aotrato gastrintestinal.
  2. BNa terapêutica de emergência para o controle de convulsões refratárias em cães e gatos, opropofol pode ser utilizado em infusão contínua (CRI); entretanto, o uso prolongado de infusões depropofol em felinos deve ser cauteloso, devido ao risco de desenvolvimento de corpúsculos deHeinz e estresse oxidativo nas hemácias dessa espécie.
  3. COs anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) seletivos para COX-2, como o meloxicam,podem ser administrados com segurança em pacientes desidratados ou com hipotensão severa,uma vez que a inibição da COX-2 não interfere na perfusão renal ou nos mecanismos deautorregulação dos glomérulos.
  4. DA utilização de antibióticos aminoglicosídeos, como a gentamicina, é recomendada para otratamento de abscessos fechados e infecções em tecidos necrosados (ambientes anaeróbios),pois sua atividade bactericida é independente da presença de oxigênio para penetrar namembrana celular bacteriana.
  5. EA lidocaína administrada por via intravenosa em bolus é o tratamento de eleição parabradicardia sinusal em equinos e felinos, agindo diretamente nos receptores muscarínicos do nósinoatrial para aumentar a frequência cardíaca de forma sustentada.
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GabaritoB — Na terapêutica de emergência para o controle de convulsões refratárias em cães e gatos, o propofol pode ser utilizado em infusão contínua (CRI); entretanto, o uso prolongado de infusões de propofol em felinos deve ser cauteloso, devido ao risco de desenvolvimento de corpúsculos de Heinz e estresse oxidativo nas hemácias dessa espécie.

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