Analista do Ministério Público - Especialidade: Desenvolvimento de Sistemas
o amor se torna relevante em nossa vida à força de ser idealizado pela literatura.Sem prejuízo para o sentido do período acima, a oração sublinhada pode ser substituída por esta:
Aidealizando-se pelo confronto literário.
Bgraças à idealização de sua literatura.
Csendo forçoso que venha a idealizar a literatura.
Dpor força da literatura por ele idealizado.
Epela determinação da literatura que o idealiza.
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GabaritoE — pela determinação da literatura que o idealiza.
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Substituição sem alteração de sentido — "à força de ser idealizado pela literatura"
Gabarito: letra E. A oração sublinhada "à força de ser idealizado pela literatura" expressa a causa pela qual o amor se torna relevante: a idealização feita pela literatura. A única alternativa que mantém essa relação de causa e agente (a literatura idealiza o amor) é a letra E – "pela determinação da literatura que o idealiza". Embora "determinação" não seja sinônimo exato de "força", preserva o sentido de "por causa de" ou "em virtude de". O pronome "o" retoma corretamente "amor", e a locução "que o idealiza" mantém o agente (literatura) praticando a ação sobre o amor.
Texto original: "o amor se torna relevante em nossa vida à força de ser idealizado pela literatura."
A ideia central é que a literatura idealiza o amor, e essa idealização é a causa da relevância do amor. A alternativa E reproduz exatamente essa estrutura: a literatura (sujeito) idealiza o amor (objeto), e essa ação é a causa.
Alternativa A — ❌ Incorreta
"idealizando-se pelo confronto literário."
Erro: Introduz o termo "confronto literário", que não existe no texto original. Além disso, a voz reflexiva "idealizando-se" e a preposição "pelo" (por + o) alteram o agente: aqui, quem idealiza é o próprio amor ou algo indefinido, enquanto no original a literatura é o agente. Extrapolação (fora do escopo) e troca de sentido.
Alternativa B — ❌ Incorreta
"graças à idealização de sua literatura."
Erro: O possessivo "sua" é ambíguo e, em leitura natural, refere-se ao amor (a literatura do amor), mudando o sentido para "a idealização que o amor faz de sua própria literatura". No original, a literatura idealiza o amor, não o contrário. Troca de referência (troca_conceito).
Alternativa C — ❌ Incorreta
"sendo forçoso que venha a idealizar a literatura."
Erro: Inverte completamente a relação: agora é o amor que idealiza a literatura ("venha a idealizar a literatura"). Além disso, "sendo forçoso que" indica uma necessidade, não uma causa factual. Contradiz o texto (contradiz_texto).
Alternativa D — ❌ Incorreta
"por força da literatura por ele idealizado."
Erro: A expressão "por ele idealizado" (com concordância masculina) refere-se a "literatura", ou seja, a literatura é idealizada pelo amor – novamente inverte o agente. O advérbio "por força" até se aproxima de "à força", mas o restante altera o sentido. Gramaticalmente, "por ele idealizado" concorda com "literatura", o que é estranho (literatura idealizada por quê?). Contradiz o texto (contradiz_texto) e problema de concordância.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
"pela determinação da literatura que o idealiza."
Acerto: A locução "pela determinação da literatura que o idealiza" mantém a causa (determinação ≈ força) e o agente (a literatura) que idealiza o amor ("o"). A oração adjetiva "que o idealiza" preserva exatamente a ação descrita no original: a literatura idealiza o amor. Não há inversão, acréscimo ou omissão. A substituição é semanticamente equivalente.
PEGA ESSA DICA!
Para questões de substituição sem alteração de sentido, identifique o sujeito agente da ação e o objeto paciente. No original, "ser idealizado pela literatura" = a literatura (agente) idealiza o amor (paciente). Qualquer alternativa que inverter essa relação estará errada.
NÃO CAIA NESSA!
Sujeito nunca tem preposição
Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.