Questão de Medicina — Síncope cardíaca e morte súbita — IBFC 2019
MedicinaSíncope cardíaca e morte súbita
- Código
- qa064938
- Banca
- IBFC
- Órgão
- PM BA
- Ano
- 2019
- Cargo
- 1º Ten ( )
Paciente de 21 anos, sexo feminino, procura atendimento no PS pois apresentou episódio de desmaio. Refere que estava em pé na fila do banco por 1 hora, quando começou a sentir náuseas, apresentou escurecimento visual, foi amparada por outras pessoas e perdeu a consciência. Pessoas que estavam no local disseram que paciente ficou “apagada” por 30 segundos. Após o episódio estava assintomática. Refere também que já ocorreram quatro (4) episódios semelhantes nos (4) últimos anos e relaciona isso com má alimentação. Nega comorbidades ou uso de medicações. Ao exame físico paciente em bom estado geral, pressão arterial em posição supina de 124/80 mmHg, pressão arterial em ortostase de 120/78 mmHg com frequência cardíaca mantida em torno de 72 batimentos por minutos. Exame físico normal. Eletrocardiograma do paciente: Em relação ao caso em questão, assinale a alternativa correta.

- AA recorrência dos episódios de síncope com as características citadas é um fator de gravidade, apontando para possível causa cardíaca, sendo fundamental a solicitação de ecocardiograma doppler colorido transtorácico
- BA recorrência dos episódios de síncope com as características citadas é um fator de gravidade, apontando para possível causa cardíaca, sendo fundamental a solicitação de Holter 24 horas
- CA recorrência dos episódios de síncope com as características citadas é um fator de gravidade, apontando para possível causa cardíaca, sendo fundamental a solicitação de ecocardiograma doppler colorido transtorácico e Holter 24 horas
- DTrata-se de provável síncope neurorreflexa/ neuromedida, possivelmente por mecanismo vasovagal. Nesse cenário, a conduta mais indicada seria alta direto do departamento de emergência, seguimento ambulatorial e orientações
- ETrata-se de provável síncope neurorreflexa/ neuromedida, possivelmente por mecanismo vasovagal. Nesse cenário, a conduta mais indicada seria internação para investigação etiológica e possível terapia medicamentosa