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Questão de Português — Pontuação (Ponto, Vírgula, Travessão, Aspas, Parênteses, etc) — FUNDEP 2022

PortuguêsPontuação (Ponto, Vírgula, Travessão, Aspas, Parênteses, etc)
Código
qa372504
Banca
FUNDEP
Órgão
Pref Mariana
Ano
2022
Cargo
Adv ( )

Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de

trabalho durante a pandemia

 

Análise revela como os grupos de ocupados, afastados

temporariamente, desocupados e desalentados se

comportaram em meio à crise

 

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.

 

O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.

 

Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).

 

O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).

 

De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.

 

Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.

 

Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o.

Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).

Leia o texto a seguir para responder à questão.

   

Releia este trecho.

 

“O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

As pontuações elencadas nas alternativas a seguir estão corretas de acordo com a norma-padrão, exceto:

  1. AUso da vírgula logo depois do trecho “nesta sexta-feira (6),”.
  2. BUso dos parênteses para introduzir os termos (Ipea) e (IBGE).
  3. CUso do hífen ao mencionar o nome da doença “Covid-19”.
  4. DUso dos dois pontos logo depois do trecho “possíveis situações no mercado de trabalho:”.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — Uso da vírgula logo depois do trecho “nesta sexta-feira (6),”.

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