Questão de Noções de Informática — Ameaças (Vírus, Worms, Trojans, Malware, etc.) — IGEDUC 2023
- Código
- qa488529
- Banca
- IGEDUC
- Órgão
- Pref Ingá
- Ano
- 2023
- Cargo
- Rec ( )
- CCerto
- EErrado
GabaritoC — Certo
Gabarito: Errado (E). A assertiva está incorreta porque afirma que os crimes cibernéticos "raramente visam causar danos aos aparelhos físicos", quando, na verdade, muitos ataques têm exatamente esse objetivo — como os malwares que corrompem o firmware, danificam o hardware ou inutilizam o dispositivo. O conceito de malware, conforme o CERT.br, abrange qualquer software destinado a causar danos, alterações ou roubo de informações, e esses danos podem ser tanto lógicos quanto físicos.
Os crimes cibernéticos são aqueles cometidos por meio de dispositivos conectados à rede, como computadores e smartphones, e podem ter os mais variados objetivos: roubo de dados, espionagem, extorsão, sabotagem e, sim, danos físicos aos equipamentos. O malware, termo que aglutina "malicious software" (software malicioso), é definido como qualquer programa destinado a infiltrar-se em um sistema de forma ilícita, com o intuito de causar danos, alterações ou roubo de informações. Esses danos podem ser lógicos (corromper arquivos, roubar senhas) ou físicos (danificar o hardware, como ocorre com certos vírus que alteram a voltagem da placa-mãe ou queimam componentes).
Um exemplo clássico é o vírus Chernobyl (CIH), que ativava uma rotina de sobrescrita no BIOS, tornando o computador inutilizável. Outro exemplo são os ataques a infraestruturas críticas, como a rede elétrica, que podem causar danos físicos a equipamentos industriais. Portanto, a afirmação de que os crimes cibernéticos raramente visam danos físicos é falsa, pois há inúmeros casos documentados de ataques que causam danos físicos deliberadamente.
A banca explora a confusão entre o alvo lógico (dados, software) e o alvo físico (hardware). O candidato pode pensar que, por serem cometidos por meio de dispositivos conectados à rede, os crimes cibernéticos só afetam o mundo virtual. No entanto, o malware pode ser projetado para causar danos físicos, como superaquecimento, queima de componentes ou danos a infraestruturas críticas. A distinção crucial é que o dano físico é uma consequência possível e, em alguns casos, o objetivo principal do ataque.
A banca tenta fazer o candidato acreditar que crimes cibernéticos são "virtuais" e não afetam o hardware. Na verdade, o malware pode causar danos físicos, como o vírus Chernobyl que danificava o BIOS, ou ataques a infraestruturas críticas que causam danos a equipamentos físicos. Fique atento: o dano físico é uma possibilidade real e, em alguns casos, o objetivo principal do ataque.
A assertiva está errada porque afirma que os crimes cibernéticos "raramente visam causar danos aos aparelhos físicos". Isso é falso, pois muitos malwares são projetados especificamente para causar danos físicos, como corromper o firmware, danificar o hardware ou inutilizar o dispositivo. O conceito de malware, conforme o CERT.br, abrange qualquer software destinado a causar danos, alterações ou roubo de informações, e esses danos podem ser tanto lógicos quanto físicos. Portanto, a afirmação de que os crimes cibernéticos raramente visam danos físicos é incorreta.
Gabarito: Errado (E).
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