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Questão de Banco de Dados — Modelo Entidade-Relacionamento (MER) — Avança SP 2023

Banco de DadosModelo Entidade-Relacionamento (MER)
Código
qa537362
Banca
Avança SP
Órgão
Pref Americana
Ano
2023
Cargo
Ana ( )
Sobre a cardinalidade e a ordinalidade de um modelo entidade relacionamento. Qual das alternativas, a seguir, representa a cardinalidade “one (and only one)” “um (e apenas um)” ?
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  2. BImagem associada para resolução da questão
  3. CImagem associada para resolução da questão
  4. DImagem associada para resolução da questão
  5. EImagem associada para resolução da questão
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GabaritoC — [imagem]

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Cardinalidade e ordinalidade no Modelo Entidade-Relacionamento

Gabarito: letra C. A cardinalidade "um (e apenas um)" — notação (1,1) — representa uma associação única e obrigatória: cada ocorrência de uma entidade se relaciona com exatamente uma ocorrência da outra, nem zero, nem várias. Essa é a leitura direta do par (mínima, máxima) = (1,1), que a alternativa C deve representar graficamente.

No MER, a cardinalidade descreve quantas ocorrências de uma entidade podem estar associadas a uma ocorrência da outra por meio do relacionamento. Ela é expressa como um par (mínima, máxima): o primeiro número indica se a participação é obrigatória (1) ou opcional (0); o segundo, quantas ocorrências no máximo (1 ou N). Quando o par é (1,1), temos a cardinalidade "um e apenas um": a associação é única (máxima 1) e obrigatória (mínima 1).

A ordinalidade, por sua vez, é o termo que alguns autores usam para se referir à posição ou à ordem da cardinalidade em relação a cada entidade do relacionamento — na prática, é a própria cardinalidade mínima e máxima aplicada a cada lado. A banca usa os dois termos para cobrar exatamente essa distinção: a cardinalidade diz quantos, a ordinalidade diz em que posição/obrigatoriedade.

Vamos fixar com um exemplo: um relacionamento entre PESSOA e CPF. Cada pessoa tem exatamente um CPF, e cada CPF pertence a exatamente uma pessoa. Nos dois lados, a participação é obrigatória (ninguém existe sem CPF, e todo CPF pertence a alguém) e única (ninguém tem dois CPFs). Logo, os dois lados recebem (1,1) — é o caso clássico de "um e apenas um".

A pegadinha da banca está em confundir (1,1) com (0,1) ou (1,N):

Cardinalidade

Mínima

Máxima

Significado

(1,1)

1 (obrigatória)

1 (única)

um e apenas um

(0,1)

0 (opcional)

1 (única)

zero ou um

(1,N)

1 (obrigatória)

N (muitos)

um ou muitos

(0,N)

0 (opcional)

N (muitos)

zero ou muitos

Guarde essa tabela: é exatamente nela que as alternativas se dividem. A alternativa que mostrar o par (1,1) — ou o símbolo gráfico equivalente — é a correta.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Se a figura mostra uma cardinalidade (0,1), ela representa "zero ou um" — a associação é única, mas opcional. Isso não é "um e apenas um", pois admite a possibilidade de não haver associação. A banca troca a obrigatoriedade: no (1,1) a participação é total; no (0,1) é parcial.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Se a figura mostra (1,N), ela representa "um ou muitos" — a associação é obrigatória, mas não é única. Uma ocorrência pode se relacionar com várias outras. A banca troca a unicidade: no (1,1) a máxima é 1; no (1,N) a máxima é N.

Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A figura deve representar o par (1,1) — cardinalidade mínima 1 (obrigatória) e máxima 1 (única). É exatamente a definição de "um (e apenas um)": cada ocorrência se associa a uma, e somente uma, ocorrência da outra entidade. É a única alternativa que espelha a cardinalidade "one (and only one)".

Alternativa D — ❌ Incorreta

Se a figura mostra (0,N), ela representa "zero ou muitos" — a associação é opcional e múltipla. É o oposto do que se pede: não é obrigatória (mínima 0) nem única (máxima N). A banca combina os dois erros em uma só alternativa.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Se a figura mostra (N,M) ou (N:N), ela representa "muitos para muitos" — nos dois lados a máxima é N. Não há unicidade em nenhum dos lados, portanto não pode ser "um e apenas um". A banca usa essa cardinalidade para testar se o candidato confunde relacionamento muitos-para-muitos com o caso de associação única.

NÃO CAIA NESSA!

A banca explora a confusão entre os pares (1,1), (0,1) e (1,N). O candidato que decora apenas "1:1" sem olhar a obrigatoriedade cai nas alternativas que mostram (0,1) — que também é "um", mas opcional. A palavra-chave é "apenas um": exige mínima 1 e máxima 1. Fique atento ao primeiro número do par: se for 0, a participação é parcial e não pode ser "um e apenas um".

NÃO CAIA NESSA!

Na prova, ao ver uma cardinalidade, leia sempre como um par (mínima, máxima). O primeiro número diz se a participação é obrigatória (1) ou opcional (0); o segundo, se é única (1) ou múltipla (N). "Um e apenas um" só existe quando os dois números são 1. Treine identificando o par em cada figura antes de olhar as alternativas — isso elimina a pegadinha da banca.

Gabarito: letra C — a cardinalidade "um (e apenas um)" é representada pelo par (1,1).

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