Questão de Noções de Informática — Ameaças (Vírus, Worms, Trojans, Malware, etc.) — Quadrix 2024
- Código
- qa584833
- Banca
- Quadrix
- Órgão
- CREF 7
- Ano
- 2024
- Cargo
- Ana Ori Fisc ( )
- CCerto
- EErrado
GabaritoC — Certo
Gabarito: CERTO. A afirmativa descreve corretamente a técnica de pretexting, uma forma de engenharia social em que o atacante cria um pretexto (uma falsa justificativa ou identidade) para enganar a vítima e obter informações confidenciais, como dados bancários. A definição apresentada está em conformidade com o conceito amplamente aceito de pretexting no contexto de segurança da informação.
O pretexting é uma técnica de engenharia social, ou seja, uma forma de ataque que explora a confiança e a interação humana, em vez de vulnerabilidades técnicas. O atacante assume uma identidade falsa — muitas vezes de alguém que a vítima conhece ou em quem ela confia, como um colega de trabalho, um funcionário de banco ou um técnico de suporte — e utiliza essa persona para criar uma situação plausível (o "pretexto") que justifique o pedido de informações sensíveis. O objetivo é fazer com que a vítima forneça voluntariamente dados como senhas, números de cartão de crédito, informações bancárias ou outros dados pessoais.
A eficácia do pretexting reside na capacidade do atacante de construir uma história convincente e de explorar a tendência humana de confiar em figuras de autoridade ou em pessoas conhecidas. Diferentemente de ataques técnicos, como a exploração de vulnerabilidades em software, o pretexting não requer conhecimento avançado de programação; exige, em vez disso, habilidades de persuasão e manipulação psicológica.
É importante distinguir o pretexting de outras técnicas de engenharia social, como o phishing. No phishing, o atacante geralmente envia mensagens em massa (e-mails, SMS) que simulam ser de instituições legítimas, com o objetivo de induzir a vítima a clicar em links maliciosos ou fornecer dados em sites falsos. No pretexting, a abordagem é mais personalizada e interativa: o atacante pode ligar para a vítima, enviar mensagens diretas ou até mesmo se passar por outra pessoa em uma conversa presencial, criando um cenário específico para obter a informação desejada.
A banca explora aqui um conceito que, embora não seja um malware em si, está diretamente relacionado ao tema de "pragas virtuais" e segurança da informação. A pegadinha para o candidato desatento seria confundir pretexting com outras técnicas de engenharia social ou com tipos específicos de malware, como o phishing ou o trojan. No entanto, a definição apresentada no enunciado é precisa e corresponde exatamente ao conceito de pretexting.
A afirmativa está correta. O pretexting é, de fato, uma técnica de engenharia social em que o atacante se passa por alguém que a vítima conhece ou em quem ela confia, utilizando esse pretexto para obter informações sensíveis, como dados bancários. A descrição do enunciado está em total conformidade com o conceito estabelecido na literatura de segurança da informação. O erro que o candidato poderia cometer seria associar o pretexting a um tipo de malware (como vírus ou worm), mas ele é, na verdade, uma técnica de ataque que explora a interação humana, não uma praga virtual.
Gabarito: CERTO
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