Questão de Português — Significação de Vocábulo e Expressões — INSTITUTO AOCP 2024
Português›Significação de Vocábulo e Expressões
Código
qa597708
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
Pref Uberaba
Ano
2024
Cargo
CVUE ( )
Com base no diálogo entre o aluno e a professora, qual é o significado da expressão “colei dele”?
AO aluno pegou algo emprestado de Zé Lelé.
BO aluno copiou as respostas de Zé Lelé.
CO aluno passou as respostas a Zé Lelé durante uma prova.
DO aluno conversou com Zé Lelé após a aula.
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GabaritoB — O aluno copiou as respostas de Zé Lelé.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Significado da expressão “colei dele” no diálogo
Gabarito: letra B. A expressão “colei dele” significa que o aluno copiou as respostas de Zé Lelé — sentido figurado e coloquial do verbo “colar”, típico do contexto escolar. A pista está no próprio diálogo: a professora repreende o aluno por ter copiado, e a alternativa B é a única que traduz exatamente essa ideia, sem acrescentar ou inverter nada.
O comando
A questão pede o significado da expressão dentro do diálogo. Isso é uma tarefa de interpretação de sentido contextual: não se trata de traduzir palavra por palavra, mas de captar o que o falante quis dizer naquela situação. O verbo “colar” tem sentido literal (fixar com cola) e sentido figurado (copiar em prova). Aqui, o contexto escolar e a fala da professora deixam claro que o sentido é o figurado.
O texto
O diálogo entre aluno e professora gira em torno de uma prova e da suspeita de cola. A professora questiona o aluno, e ele admite: “colei dele”. A palavra “dele” refere-se a Zé Lelé, colega de classe. O verbo “colar”, nesse contexto, é uma gíria escolar que significa copiar as respostas de outro aluno. A alternativa B é a paráfrase exata: “O aluno copiou as respostas de Zé Lelé”.
A técnica
Para resolver, pergunte: o texto autoriza essa leitura? O diálogo menciona prova e cola; logo, “colar” só pode ser “copiar”. As demais alternativas ou usam o sentido literal (“pegar emprestado”) ou invertem a direção da ação (“passou as respostas”), ou ainda fogem do contexto (“conversou após a aula”). A banca adora explorar o sentido literal de palavras polissêmicas — aqui, “colar” como “grudar” — para tentar o candidato desatento.
PEGA ESSA DICA!
Em questões de sentido contextual, grife o contexto (quem fala, para quem, sobre quê) antes de julgar as alternativas. A palavra só ganha sentido dentro da situação.
Alternativa A — ❌ Incorreta
“O aluno pegou algo emprestado de Zé Lelé” extrapola o sentido de “colar”. O verbo “colar” não tem, no contexto escolar, o sentido de “pegar emprestado”. O diálogo trata de prova e cópia, não de empréstimo de objeto. A alternativa usa o sentido literal de “colar” (grudar) de forma distorcida, sem apoio no texto.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
“O aluno copiou as respostas de Zé Lelé” é a paráfrase exata do sentido figurado de “colei dele”. No contexto de prova, “colar” significa copiar respostas de outro aluno. A expressão “dele” indica a origem: Zé Lelé. A alternativa não acrescenta nem inverte nada — apenas traduz a gíria em linguagem formal.
Alternativa C — ❌ Incorreta
“O aluno passou as respostas a Zé Lelé durante uma prova” inverte a direção da ação. O texto diz “colei dele”, ou seja, o aluno copiou de Zé Lelé, não que passou respostas para ele. A preposição “de” marca origem, não destino. A alternativa contradiz o texto ao trocar o sentido da preposição.
Alternativa D — ❌ Incorreta
“O aluno conversou com Zé Lelé após a aula” tangencia o tema. O diálogo trata de prova e cola, não de conversa após a aula. Não há qualquer menção a conversa ou a momento posterior. A alternativa foge completamente ao contexto apresentado.
Conclusão: a resposta é a letra B, pois é a única que mantém o sentido figurado de “colar” (copiar) e a direção correta (copiar de alguém). As demais ou extrapolam, invertem ou fogem do contexto. Lembre-se: em questões de sentido, o texto é a bússola — nada de “achar” o que não está lá.