Questão de Português — Outras Questões de Português e Questões Mescladas (Interpretação de Textos ou Gramática) — FUNDATEC 2024
- Código
- qa598007
- Banca
- FUNDATEC
- Órgão
- Pref Carlos Barbosa
- Ano
- 2024
- Cargo
- Cont ( )
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando mais.”.
“Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___ levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que eles não se juntariam
Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm um presidente déspota.”
Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento nos EUA e no Canadá
o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles”
fala o ator.
No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente, antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagnermoura
- a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
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