Questão de Noções de Informática — Excel 2019 — INSTITUTO AOCP 2025
Noções de Informática›Excel 2019
Código
qa661440
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IDEMA RN
Ano
2025
Cargo
Fis Amb ( )
Durante o processo de análise de distribuição de ocorrências ambientais por município, você, como Fiscal Ambiental do IDEMA/RN, está utilizando o Microsoft Excel 365 para consolidar dados extraídos do sistema de fiscalização. Nesse sentido, na aba denominada “Ocorrencias”, a planilha está estruturada da seguinte forma:
Em outra aba, denominada “Resumo_Municipios”, está a planilha para calcular a quantidade de ocorrências por município.
Com o objetivo de preencher automaticamente a coluna “quantidade_ocorrencias”, qual fórmula deve ser inserida na célula B2, de modo que possa ser copiada arrastando a alça de preenchimento para as linhas abaixo (B3 e B4) sem alterações manuais, retornando a quantidade correta de ocorrências para cada município?
A=CONT.SE(Ocorrencias!D2:D8;A2)
B=CONT.SE(Ocorrencias!D2:D8;"Natal")
C=SOMASE(Ocorrencias!D2:D8;A2; Ocorrencias!A2:A8)
D=PROCV(A2;Ocorrencias!D2:E8;2;FALSO)
E=CONT.NÚM(Ocorrencias!D2:D8;A2)
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GabaritoA — =CONT.SE(Ocorrencias!$D$2:$D$8;A2)
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Função CONT.SE e referências absolutas no Excel
Gabarito: letra A. A fórmula correta é =CONT.SE(Ocorrencias!$D$2:$D$8;A2), pois a função CONT.SE conta quantas células de um intervalo atendem a um critério — aqui, o intervalo é a coluna D da aba "Ocorrencias" (que contém os nomes dos municípios) e o critério é o nome do município na célula A2 da aba "Resumo_Municipios". O uso do cifrão ($) nas referências de intervalo é o que permite arrastar a fórmula para as linhas abaixo sem que o intervalo se desloque, enquanto a referência ao critério (A2) é relativa e se ajusta automaticamente para A3, A4 etc.
A função CONT.SE é uma das funções de contagem condicional do Excel. Sua sintaxe é CONT.SE(intervalo; critério), onde o primeiro argumento é o intervalo de células a ser examinado e o segundo é a condição que determina quais células serão contadas. O critério pode ser um número, texto, expressão ou referência a uma célula que contenha o valor a ser comparado. No contexto da questão, queremos contar quantas vezes cada município aparece na coluna D da planilha "Ocorrencias".
O ponto central da questão é o comportamento das referências ao copiar a fórmula. Quando você arrasta uma fórmula pela alça de preenchimento, o Excel ajusta automaticamente as referências relativas (sem cifrão) com base no deslocamento. Já as referências absolutas (com cifrão) permanecem fixas. Na fórmula correta, o intervalo $D$2:$D$8 é absoluto — não muda ao arrastar — porque a faixa de dados a ser examinada é sempre a mesma. Já o critério A2 é relativo — muda para A3, A4 etc. — porque cada linha da coluna B deve contar as ocorrências do município correspondente na coluna A.
Vamos aplicar isso ao caso concreto. Suponha que a coluna D da aba "Ocorrencias" contenha os nomes dos municípios (Natal, Parnamirim, Mossoró, etc.) e que a coluna A da aba "Resumo_Municipios" liste os municípios únicos. Ao inserir =CONT.SE(Ocorrencias!$D$2:$D$8;A2) em B2, o Excel conta quantas vezes o valor de A2 (por exemplo, "Natal") aparece no intervalo D2:D8. Ao arrastar para B3, a fórmula se torna =CONT.SE(Ocorrencias!$D$2:$D$8;A3), contando as ocorrências do município em A3. O intervalo permanece fixo, mas o critério se ajusta — exatamente o comportamento desejado.
A pegadinha da questão está em distinguir a função CONT.SE (contagem condicional) de outras funções como SOMASE (soma condicional), PROCV (busca vertical) e CONT.NÚM (contagem de números). Além disso, é preciso entender o papel do cifrão: ele trava a referência para que o intervalo não se desloque ao copiar a fórmula. A alternativa B, por exemplo, usa um critério fixo ("Natal"), o que faria todas as células da coluna B retornarem o mesmo valor — incorreto para os demais municípios. A alternativa C usa SOMASE, que soma valores, não conta ocorrências. A alternativa D usa PROCV, que busca um valor em uma tabela, não conta ocorrências. A alternativa E usa CONT.NÚM, que conta células com números, não células que atendem a um critério.
Guarde a distinção entre as funções de contagem e a lógica de referências absolutas versus relativas: é exatamente nesses dois eixos que as alternativas se dividem.
CONT.SE (contagem condicional)
1Sintaxe
intervalo (onde procurar)
critério (o que contar)
2Referências
Absoluta (D2:D8) — fixa ao arrastar
Relativa (A2) — ajusta por linha
3Uso correto
Conta ocorrências por município
Arrasta sem alteração manual
4Funções que confundem
SOMASE — soma valores, não conta
PROCV — busca valor, não conta
CONT.NÚM — conta números, sem critério
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A fórmula =CONT.SE(Ocorrencias!$D$2:$D$8;A2) está correta porque:
CONT.SE é a função adequada para contar células que atendem a um critério (o nome do município).
O intervalo Ocorrencias!$D$2:$D$8 está absoluto (com cifrão), garantindo que, ao arrastar a fórmula para B3 e B4, o intervalo de dados não se desloque.
O critério A2 é relativo, ajustando-se automaticamente para A3, A4 etc., de modo que cada linha conte as ocorrências do município correspondente.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A fórmula =CONT.SE(Ocorrencias!$D$2:$D$8;"Natal") usa um critério fixo (o texto "Natal" entre aspas). Ao arrastar a fórmula para as linhas abaixo, o critério permanece "Natal" em todas as células, retornando sempre a quantidade de ocorrências de Natal — incorreto para os municípios de Parnamirim, Mossoró etc. O erro está em não usar uma referência relativa ao município da linha correspondente (A2, A3, A4).
Alternativa C — ❌ Incorreta
A fórmula =SOMASE(Ocorrencias!$D$2:$D$8;A2; Ocorrencias!A2:A8) usa a função SOMASE, que soma valores de um intervalo quando um critério é atendido — não conta ocorrências. Além disso, o terceiro argumento (intervalo a ser somado) está com referência relativa (A2:A8), o que causaria deslocamento incorreto ao arrastar. A função correta para contar é CONT.SE, não SOMASE.
Alternativa D — ❌ Incorreta
A fórmula =PROCV(A2;Ocorrencias!$D$2:$E$8;2;FALSO) usa a função PROCV, que busca um valor na primeira coluna de um intervalo e retorna o valor correspondente em outra coluna da mesma linha. Ela não conta ocorrências — retorna apenas o primeiro valor encontrado (ou um erro, se houver duplicatas). Além disso, a estrutura da planilha "Ocorrencias" não foi descrita como tendo uma coluna E com a quantidade de ocorrências; a função não se aplica ao objetivo de contar quantas vezes cada município aparece.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A fórmula =CONT.NÚM(Ocorrencias!$D$2:$D$8;A2) usa a função CONT.NÚM, que conta células que contêm números em um intervalo. Ela não aceita um segundo argumento como critério — sua sintaxe é CONT.NÚM(valor1; [valor2]; ...), onde cada argumento é um intervalo ou valor a ser contado se for numérico. Além disso, a coluna D contém nomes de municípios (texto), não números, então a função retornaria 0. A função correta para contagem condicional é CONT.SE.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a confusão entre as funções de contagem e soma condicional. CONT.SE conta células que atendem a um critério; SOMASE soma valores que atendem a um critério; CONT.NÚM conta células com números; PROCV busca um valor. Além disso, o cifrão ($) trava a referência — sem ele, o intervalo se deslocaria ao arrastar, quebrando a fórmula. Identifique primeiro o que a função deve fazer (contar) e depois verifique se as referências estão corretas para o arraste.
PEGA ESSA DICA!
Para questões de arraste de fórmula, verifique dois pontos: (1) a função é a adequada para a operação (contar, somar, buscar)? (2) as referências que devem permanecer fixas têm cifrão ($) e as que devem se ajustar são relativas? Se a fórmula usa um critério fixo entre aspas, ela não se adapta às linhas abaixo — desconfie.