Questão de Noções de Informática — Conceitos e Princípios de Segurança da Informação — FUNDATEC 2025
Noções de Informática›Conceitos e Princípios de Segurança da Informação
Código
qa662237
Banca
FUNDATEC
Órgão
Pref Imbé
Ano
2025
Cargo
At Bibli ( )
Uma boa prática para proteger informações pessoais na internet é:
ACompartilhar fotos de documentos em redes sociais.
BDivulgar senhas em grupos de amigos.
CUsar redes Wi-Fi públicas para operações bancárias.
DEvitar clicar em links suspeitos.
EBaixar aplicativos de fontes desconhecidas.
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GabaritoD — Evitar clicar em links suspeitos.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Segurança da Informação: boas práticas para proteger dados pessoais
Gabarito: letra D. Evitar clicar em links suspeitos é uma boa prática fundamental de segurança da informação, pois links maliciosos são o principal vetor de ataques como phishing, malware e engenharia social. As demais alternativas descrevem comportamentos de risco que comprometem a confidencialidade e a integridade dos dados pessoais.
A segurança da informação é um conjunto de práticas e medidas que visam proteger os dados contra acessos não autorizados, uso indevido, divulgação, alteração ou destruição. Seus três pilares fundamentais são a confidencialidade (garantir que apenas pessoas autorizadas acessem a informação), a integridade (assegurar que a informação não seja alterada ou corrompida) e a disponibilidade (garantir que a informação esteja acessível quando necessário). Esses princípios são a base para avaliar se uma prática é segura ou não.
No contexto da internet, proteger informações pessoais exige uma postura proativa e cautelosa. Isso envolve desde a criação de senhas fortes e únicas até a verificação da procedência de links e arquivos antes de interagir com eles. O comportamento do usuário é, muitas vezes, o elo mais fraco da segurança, pois ataques de engenharia social exploram justamente a confiança e a curiosidade humana. Por isso, a educação e a adoção de boas práticas são tão importantes quanto as ferramentas tecnológicas de proteção.
A alternativa D se destaca porque "evitar clicar em links suspeitos" é uma ação preventiva que reduz drasticamente a exposição a golpes. Links suspeitos podem levar a sites falsos que imitam páginas legítimas para roubar credenciais (phishing), ou podem iniciar o download de softwares maliciosos (malware) que comprometem o dispositivo e os dados do usuário. Essa prática está alinhada diretamente com o princípio da confidencialidade, pois impede que informações pessoais sejam reveladas a entidades não autorizadas.
As demais alternativas representam comportamentos de alto risco, que violam os princípios de segurança da informação. Compartilhar fotos de documentos, divulgar senhas, usar redes Wi-Fi públicas para operações sensíveis e baixar aplicativos de fontes desconhecidas são ações que aumentam a vulnerabilidade e a probabilidade de incidentes de segurança. A banca explora exatamente essa contraposição entre práticas seguras e inseguras, testando se o candidato reconhece o comportamento adequado para proteger dados pessoais.
NÃO CAIA NESSA!
A banca apresenta quatro comportamentos claramente inseguros e um seguro, testando se o candidato identifica a prática correta. A pegadinha está em não se deixar levar pela familiaridade com ações como usar Wi-Fi público (muito comum) e esquecer que, para operações bancárias, isso é extremamente arriscado. O candidato pode até achar que "usar Wi-Fi público" é aceitável em alguns contextos, mas a questão pede a boa prática para proteger informações pessoais, e nesse caso a resposta é inequivocamente evitar links suspeitos.
Segurança da informação: Pilares (Confidencialidade, Integridade, Disponibilidade); Boas práticas (Evitar links suspeitos, Senhas fortes e únicas, Verificar procedência de arquivos, Baixar apps de lojas oficiais); Comportamentos de risco (Compartilhar documentos, Divulgar senhas, Wi-Fi público para bancos, Apps de fontes desconhecidas)
Alternativa A — ❌ Incorreta
Compartilhar fotos de documentos em redes sociais é uma prática extremamente perigosa. Documentos como RG, CPF, passaporte e comprovantes contêm dados sensíveis que podem ser usados para fraudes, roubo de identidade e golpes financeiros. Essa ação viola diretamente o princípio da confidencialidade, pois expõe informações pessoais a um público amplo e não autorizado. A banca usa essa alternativa para testar se o candidato reconhece que a exposição de documentos é um vetor de risco, não uma prática segura.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Divulgar senhas em grupos de amigos é uma violação grave da segurança. Senhas são credenciais de acesso que devem ser mantidas em sigilo absoluto. Compartilhá-las, mesmo com pessoas de confiança, aumenta exponencialmente o risco de acesso não autorizado a contas e dados pessoais. Essa prática compromete a confidencialidade e a integridade das informações, pois qualquer pessoa com a senha pode alterar dados, realizar transações ou acessar conteúdos privados. A alternativa é claramente insegura e contrária a qualquer política de segurança.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Usar redes Wi-Fi públicas para operações bancárias é um erro grave. Redes Wi-Fi abertas, como as de cafés, aeroportos e shoppings, não possuem criptografia adequada, o que permite que um atacante intercepte o tráfego de dados e capture informações sensíveis, como senhas e números de cartão de crédito. Esse tipo de ataque é conhecido como "man-in-the-middle". Para operações bancárias, é essencial utilizar uma conexão segura, como a rede de dados móveis (4G/5G) ou uma VPN. A alternativa testa se o candidato sabe que a conveniência não deve se sobrepor à segurança em transações sensíveis.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Evitar clicar em links suspeitos é a prática correta e fundamental para proteger informações pessoais. Links suspeitos podem ser encontrados em e-mails de phishing, mensagens de texto, redes sociais e até em sites comprometidos. Ao clicar, o usuário pode ser direcionado a páginas falsas que coletam credenciais ou pode baixar malware sem perceber. Essa prática preventiva é amplamente recomendada por especialistas em segurança e está alinhada com os princípios de confidencialidade e integridade. É a única alternativa que representa um comportamento seguro e proativo.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Baixar aplicativos de fontes desconhecidas é um risco significativo. Aplicativos de lojas não oficiais ou de sites duvidosos podem conter malware, spyware ou outros códigos maliciosos que comprometem o dispositivo e os dados do usuário. A prática segura é baixar aplicativos apenas de lojas oficiais, como Google Play e App Store, que possuem processos de verificação de segurança. Essa alternativa testa se o candidato reconhece que a origem do software é um fator crítico para a segurança.