Questão de Português — Interpretação de Textos (Compreensão) — Instituto Consulplan 2025
- Código
- qa678119
- Banca
- Instituto Consulplan
- Órgão
- Pref Manaus
- Ano
- 2025
- Cargo
- Ped ( )
Estudante brasileira é aceita em 5 universidades dos EUA depois de criar um app gratuito para alfabetizar crianças
Jovem de Sobral, no Ceará, desenvolve um aplicativo gratuito para alfabetizar crianças e é aceita em cinco universidades dos Estados Unidos, transformando um projeto escolar em símbolo de superação e esperança.
Uma história simples, bonita e poderosa vemchamando a atenção no Ceará. A) Vitória, uma jovem de 18 anos da rede pública de ensino de Sobral, foi aceita em cinco universidades dos Estados Unidos C) depois de criar umaplicativo gratuito para ajudar crianças a aprender a ler e escrever. O que começou como umtrabalho escolar acabou mudando completamente o rumo da sua vida.
Um sonho que nasceu dentro de uma escola pública
Vitória sempre foi uma aluna curiosa. Gostava de matemática, de ler e de resolver problemas que pareciam complicados demais. Foi essa inquietação que a levou a perceber que muitas crianças da sua comunidade ainda tinham dificuldades para aprender o básico: D) juntar letras, formar palavras, entender frases simples.
“Eu queria fazer algo que realmente ajudasse”, contou a estudante em entrevista ao Sobral Online, o portal que revelou a história. Semmuitos recursos, ela usou o que tinha – o celular, a internet da escola e o incentivo dos professores – para começar a montar um aplicativo que pudesse ensinar de forma divertida e acessível.
O projeto começou pequeno, mas a ideia cresceu rápido. Com ajuda dos educadores da escola, Vitória apresentou o app em feiras de ciências e eventos educacionais. B) Em pouco tempo, o aplicativo começou a chamar atenção fora da cidade. [...]
Um aplicativo que muda realidades
O aplicativo criado por Vitória ensina crianças a ler de maneira leve e interativa, com jogos e desafios simples. O sistema é gratuito e pode ser usado até sem internet – algo essencial em regiões onde a conectividade ainda é um obstáculo.
Mais do que um projeto de escola, o app virou uma ferramenta de inclusão. Hoje, professores da rede pública local já testam o programa em atividades extracurriculares, e a ideia é expandi-lo para outros estados.
“Eu quero que crianças de qualquer lugar tenham a chance de aprender, mesmo sem material caro ou escola particular”, disse. O próximo passo é traduzir o aplicativo para outros idiomas e adicionar recursos de acessibilidade, como narração de textos e reconhecimento de voz para alunos com dislexia.
Educação, propósito e futuro
A trajetória de Vitória é uma daquelas histórias que lembram o quanto a educação e a tecnologia caminham juntas. Em um país onde milhões de jovens abandonam os estudos por falta de oportunidades, ver uma estudante de escola pública brasileira sendo aceita em cinco universidades americanas é mais do que inspirador – é um recado claro de que talento e determinação não têm CEP.
Nos Estados Unidos, ela pretende cursar uma graduação voltada à tecnologia educacional e continuar aperfeiçoando o aplicativo. Seu sonho é criar uma plataforma ainda maior, que possa ajudar escolas públicas em todo o Brasil a melhorar os índices de alfabetização.
“Eu quero voltar e retribuir tudo o que recebi. Quero que outras meninas saibam que é possível”, afirmou.
O brilho no olhar e a humildade no discurso de Vitória mostram que o futuro da educação brasileira pode estar nas mãos de jovens como ela – cheios de coragem, curiosidade e vontade de transformar o mundo.
(BUDEGUER,Noel. Click Petróleo e Gás. Disponível em: https://clickpetroleoegas.com.br/. Acesso em: 13/10/2025.)
- A“Uma história simples, bonita e poderosa vemchamando a atenção no Ceará.” (1º§)
- B“Com ajuda dos educadores da escola, Vitória apresentou o app em feiras de ciências e eventos educacionais.” (5º§)
- C“Vitória, uma jovem de 18 anos da rede pública de ensino de Sobral, foi aceita em cinco universidades dos Estados Unidos [...]” (1º§)
- D“Foi essa inquietação que a levou a perceber que muitas crianças da sua comunidade ainda tinhamdificuldades para aprender o básico: [...]” (3º§)