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Questão de Psicologia — Psicologia Jurídica (inclui Mediação e Conciliação de Conflitos) — Quadrix 2025

PsicologiaPsicologia Jurídica (inclui Mediação e Conciliação de Conflitos)
Código
qa693793
Banca
Quadrix
Órgão
CFP
Ano
2025
Cargo
Psico ( )

Segundo Almeida et al. (in ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOLOGIA JURÍDICA, 2011) a situação da pessoa acometida de transtorno mental que comete crimes tem sido, na maioria das vezes, o “encarceramento” destes em hospitais de custódia e tratamento, antigamente chamados de manicômios judiciários, apesar de avanços na legislação, como a Lei da Reforma Psiquiátrica e a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), instituída pela Portaria Interministerial nº 1/2014. Para as razões da manutenção dessa lógica manicomial, é incorreto afirmar que os autores apontam

  1. Aa precarização das equipes técnicas, que, muitas vezes, contam com profissionais, inclusive psicólogos, que não possuem conhecimentos específicos em saúde mental na perspectiva da reforma psiquiátrica e de direitos humanos.
  2. Ba lentidão do sistema judiciário, como no caso dos apenados suspeitos de abuso de álcool e drogas, na realização de exames toxicológicos, que poderiam livrar de penas alguns acusados.
  3. Ca falta de implementação de equipes de avaliação psicológica (EAPs) nos sistemas prisionais como estratégia para garantir a individualização das intervenções de tratamento conforme as necessidades de cada caso.
  4. Do pouco controle social por parte das organizações da sociedade civil para implementar políticas e pressionar os líderes para garantir a implementação das diretrizes planejadas na lei e na política acima indicadas.
  5. Eas facções criminosas, presentes mesmo dentro dos hospitais de custódia e de tratamento, que pressionam os profissionais de saúde mental, impedindo‑os de adotar políticas de desinstitucionalização.
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GabaritoE — as facções criminosas, presentes mesmo dentro dos hospitais de custódia e de tratamento, que pressionam os profissionais de saúde mental, impedindo‑os de adotar políticas de desinstitucionalização.

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