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Questão de Português — Conjunções: Relação de causa e consequência — Quadrix 2023

PortuguêsConjunções: Relação de causa e consequência
Código
qg024161
Banca
Quadrix
Órgão
CAU-PA
Ano
2023
Nível
Médio
Cargo
Técnico Administrativo e de Fiscalização



Imagem da questão

Augustinho Paludo. Administração Pública. 5.a ed. São Paulo:
Forense (GEN Jurídico), 2016.
Considerando o conteúdo, a estrutura e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.O conectivo “que” (linha 1) classifica-se como conjunção integrante.
  1. CCerto
  2. EErrado
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GabaritoE — Errado

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

O "que" da linha 1: pronome relativo, não conjunção integrante

Gabarito: E (Errado). O conectivo "que" (linha 1) não é conjunção integrante, mas sim pronome relativo, pois retoma um termo anterior e exerce função sintática dentro da oração que introduz. A classificação correta se prova pela possibilidade de substituição por "o qual/a qual" e pela presença de um antecedente claro, como se vê no trecho do texto.

"...a expansão da área, que é muito mais barata..."

Nesse trecho, "que" retoma "a expansão da área" e exerce a função de sujeito do verbo "é". Conjunção integrante, ao contrário, apenas introduz uma oração subordinada substantiva, sem exercer função sintática, e não possui antecedente.

O comando: classificação morfossintática no contexto

A questão pede para julgar se o "que" da linha 1 é conjunção integrante. Isso exige análise sintática do contexto, não apenas reconhecimento da palavra isolada. O "que" pode ser pronome relativo, conjunção integrante, conjunção causal, partícula expletiva, entre outros. A classificação depende da função que ele exerce na oração.

A técnica: teste do pronome relativo

O pronome relativo sempre retoma um termo anterior (o antecedente) e exerce função sintática na oração adjetiva que introduz. O teste clássico é substituí-lo por "o qual/a qual/os quais/as quais". Se a substituição for possível, é pronome relativo.

  • Pronome relativo: "A área, que é barata, foi escolhida." → "A área, a qual é barata, foi escolhida." (retoma "área", sujeito de "é")

  • Conjunção integrante: "Espero que você venha." → não há antecedente; "que" apenas liga a oração "você venha" como objeto direto de "espero". Não pode ser substituído por "o qual".

No texto, o "que" da linha 1 tem antecedente explícito e pode ser substituído por "o qual", logo é pronome relativo.

Análise da assertiva

"Que" (linha 1)
  • 1Pronome relativo
    • Retoma antecedente
    • Exerce função sintática
    • Substituível por "o qual"
  • 2Conjunção integrante
    • Sem antecedente
    • Sem função sintática
    • Não aceita "o qual"
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Assertiva — ❌ Errada ⟵ GABARITO

A afirmação de que o "que" é conjunção integrante está errada. No contexto, ele é pronome relativo, pois:

  • Retoma o antecedente "a expansão da área";

  • Exerce função sintática (sujeito) na oração adjetiva;

  • Pode ser substituído por "a qual".

"...a expansão da área, que é muito mais barata..."

A conjunção integrante, por definição, não tem antecedente e não exerce função sintática — características ausentes aqui.

NÃO CAIA NESSA!

A banca tenta fazer o candidato confundir pronome relativo com conjunção integrante. O teste do "o qual" resolve: se couber, é relativo.

PEGA ESSA DICA!

Sempre que o "que" vier após um substantivo e puder ser trocado por "o qual", é pronome relativo. Conjunção integrante não tem antecedente e não aceita essa troca.

Conclusão: a assertiva está errada, pois o "que" da linha 1 é pronome relativo, não conjunção integrante. A banca explora a confusão clássica entre essas duas classes — lembre-se: pronome relativo retoma e exerce função; conjunção integrante apenas conecta.

Gabarito: E (Errado).

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