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Questão de Noções de Informática — Malware (vírus, worms e pragas virtuais) — Quadrix 2023

Noções de InformáticaMalware (vírus, worms e pragas virtuais)
Código
qg033514
Banca
Quadrix
Órgão
CREF - 3ª Região (SC)
Ano
2023
Nível
Superior
Julgue o item, relativo aos conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos, às noções de vírus, worms e pragas virtuais e aos procedimentos de backup.Os vírus não são considerados programas maliciosos, pois são criados pelos crackers, e não pelos hackers.
  1. CCerto
  2. EErrado
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GabaritoE — Errado

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Vírus: software malicioso por definição

Gabarito: ERRADO. A afirmativa está incorreta porque os vírus são programas maliciosos (malware) — o próprio termo "malware" é a aglutinação de malicious software (software malicioso) — e a distinção entre "hackers" e "crackers" não altera essa natureza. A banca explora uma confusão conceitual dupla: primeiro, nega que vírus sejam malwares; segundo, atribui a criação de vírus apenas a "crackers", como se "hackers" não pudessem criar códigos maliciosos.

O conceito de malware é amplo e abrange qualquer software projetado intencionalmente para causar danos, vazar informações, obter acesso não autorizado ou interferir na segurança de um sistema. Dentro dessa categoria, o vírus é uma espécie específica: um programa que se propaga inserindo cópias de si mesmo em outros programas ou arquivos, dependendo da execução do hospedeiro para se ativar. Essa definição é pacífica na literatura de segurança da informação e é o que as bancas cobram.

A afirmativa comete dois erros graves:

  1. Vírus não são malwares? Falso. Vírus são um dos subtipos clássicos de malware, ao lado de worms, trojans, ransomware, spyware, adware, entre outros. Negar isso é inverter o conceito fundamental.

  2. Criados apenas por crackers? A distinção entre "hacker" e "cracker" é sociológica e não técnica. Originalmente, "hacker" refere-se a alguém com habilidades avançadas em computação, e "cracker" àquele que as utiliza para fins maliciosos. No entanto, essa distinção não é absoluta, e a criação de malware não é exclusividade de nenhum dos grupos. A banca tenta usar essa distinção para justificar a primeira afirmação falsa, mas ela não se sustenta.

Na prática, o que importa para a prova é a classificação técnica: vírus é malware, independentemente de quem o criou. A pegadinha está em confundir o aluno com a terminologia de "hackers" e "crackers", que não é relevante para a definição de malware.

Guarde a fronteira: malware é o gênero; vírus, worm, trojan, ransomware etc. são espécies. É exatamente nessa relação gênero-espécie que a questão se divide.

Item — ❌ ERRADO

A afirmativa está errada porque:

  • Vírus são malwares: o vírus é um programa malicioso que se propaga inserindo cópias de si mesmo em outros programas ou arquivos, dependendo da execução do hospedeiro. Isso o enquadra como malware.

  • A criação não é exclusiva de crackers: a distinção entre hackers e crackers não é critério técnico para classificar malware. Qualquer pessoa com conhecimento técnico pode criar um vírus, independentemente do rótulo que receba.

A banca inverte o conceito central: nega que vírus sejam malwares e ainda introduz uma falsa dicotomia entre hackers e crackers. O candidato que conhece a definição técnica de malware identifica o erro imediatamente.

NÃO CAIA NESSA!

A banca tenta confundir o candidato com a distinção entre "hackers" e "crackers", que é irrelevante para a definição de malware. O que importa é a natureza do software: se é malicioso, é malware. Vírus são malwares, ponto final. Não caia na armadilha de discutir quem os cria.

Gabarito: ERRADO

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