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Questão de Português — Concordância verbal, Concordância nominal — Quadrix 2023

PortuguêsConcordância verbal, Concordância nominal
Código
qg034202
Banca
Quadrix
Órgão
CRO - SC
Ano
2023
Nível
Médio

Texto para o item.


Imagem da questão


Luis Fernando Veríssimo. Aprenda a chamar a polícia.

Internet: <www.refletirpararefletir.com.bb> (com adaptações).

Com base no texto apresentado, julgue o item.Na linha 4, a flexão da forma verbal “vinham”, na terceira pessoa do plural, justifica-se pela concordância com o termo “ruídos”.
  1. CCerto
  2. EErrado
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GabaritoC — Certo

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Concordância verbal: o verbo concorda com o sujeito, não com o termo mais próximo

Gabarito: E (Errado). A flexão de "vinham" na terceira pessoa do plural não se justifica pela concordância com "ruídos", mas sim com o sujeito da oração, que é "sons" (ou "sons estranhos"). A banca troca o termo que rege a concordância, uma armadilha clássica de concordância verbal.

O comando e a técnica

A questão pede que você julgue se a justificativa apresentada para a flexão do verbo está correta. Isso exige que você identifique o sujeito da oração em que "vinham" ocorre. Em concordância verbal, a regra é clara: o verbo concorda com o núcleo do sujeito em número e pessoa, e não com qualquer termo que apareça próximo a ele. A banca adora colocar um termo no plural logo após o verbo para tentar induzir o candidato ao erro.

O texto e a passagem decisiva

No texto de Veríssimo, a passagem relevante é:

"...vinham sons estranhos..."

Aqui, a oração está invertida (verbo antes do sujeito). O sujeito é "sons estranhos", cujo núcleo é "sons". Portanto, o verbo "vinham" concorda com "sons" (3ª pessoa do plural). "Ruídos" pode até aparecer no contexto, mas não é o sujeito da oração; é apenas um termo que se refere a sons, mas não rege a concordância verbal.

A regra de ouro

Em toda oração, o verbo concorda com o sujeito, não com o termo que está mais próximo. Quando a ordem é inversa (verbo antes do sujeito), o candidato deve procurar o sujeito perguntando ao verbo: "quem?" ou "o quê?". No caso, "o que vinham?" → "sons estranhos". Portanto, a justificativa dada está errada.

Concordância verbal
  • 1Regra: verbo concorda com o sujeito
    • Não com termo mais próximo
    • Ordem inversa: perguntar "quem?"/"o quê?"
  • 2Caso do texto
    • Verbo: "vinham"
    • Sujeito: "sons" (núcleo)
    • "ruídos" não rege a concordância
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Análise da assertiva

Assertiva — ❌ Errado

A assertiva afirma que a flexão de "vinham" se justifica pela concordância com "ruídos". Isso é falso. O verbo concorda com o sujeito "sons", não com "ruídos". A banca trocou o termo que rege a concordância, uma armadilha típica de concordância verbal. Se o sujeito fosse "ruídos", a frase seria "ruídos vinham", mas no texto o sujeito é "sons". Portanto, a justificativa está incorreta.

NÃO CAIA NESSA!

A banca coloca um termo no plural ("ruídos") próximo ao verbo para induzir o candidato a achar que é o sujeito. A técnica é sempre perguntar ao verbo: "quem?" ou "o quê?".

PEGA ESSA DICA!

Em orações com ordem inversa, sublinhe o verbo e pergunte "quem?" ou "o quê?" para achar o sujeito. O termo que responde é o sujeito, e é com ele que o verbo concorda.

Conclusão

A assertiva está errada porque a flexão de "vinham" se justifica pela concordância com "sons", não com "ruídos". A banca trocou o termo que rege a concordância, uma armadilha clássica. Gabarito: E (Errado).

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