Análise da reescritura da frase – Uso dos "porquês"
Gabarito: letra A. A frase original usa "porque" (conjunção causal). A alternativa A substitui por "por que" em uma estrutura de pergunta indireta, mantendo o sentido lógico e respeitando a norma culta.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
No trecho original, "porque ninguém mais anda com dinheiro vivo" introduz a causa da reflexão do autor. A reescrita "Agora sei por que ninguém mais anda com dinheiro vivo" transforma a causa em um objeto de conhecimento: o autor sabe o motivo. O uso de "por que" separado e sem acento é adequado aqui, pois introduz uma oração interrogativa indireta (equivale a "por qual motivo"). Não há erro gramatical nem mudança de sentido essencial. O texto original não afirma que ele sabia antes, mas a reescrita é coerente com o contexto: após a experiência, ele reflete e chega a essa conclusão.
Alternativa B — ❌ Incorreta (troca de conceito)
"Ninguém anda com dinheiro vivo por que existem os apps." Aqui "por que" está errado: deveria ser "porque" (conjunção) para explicar a causa. "Por que" separado só se usa em perguntas (diretas ou indiretas) ou quando equivale a "pelo qual". A frase não é interrogativa; é uma afirmação causal. Portanto, erro de grafia.
Alternativa C — ❌ Incorreta (troca de conceito)
"Já entendemos o porque de ninguém andar com dinheiro vivo." Uso de "porque" como substantivo (com artigo "o") exige a forma "porquê" (com acento e junto). O correto seria "o porquê" (com acento circunflexo). Além disso, a estrutura "o porque" não existe na norma culta. Erro de ortografia.
Alternativa D — ❌ Incorreta (troca de conceito)
"Ninguém mais anda com dinheiro vivo, por que?" A frase termina com ponto de interrogação, indicando pergunta direta. Nesse caso, "por que" deveria receber acento circunflexo antes da pausa: "por quê". A forma correta para pergunta no final da frase é "por quê". Portanto, erro.
Conclusão: A única alternativa que emprega corretamente a grafia dos porquês é a letra A.