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Questão de Medicina — Cardiologia e Alterações Vasculares — ADM&TEC 2024

MedicinaCardiologia e Alterações Vasculares
Código
qg063074
Banca
ADM&TEC
Órgão
Prefeitura de Timbaúba - PE
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Médico(a) Ecocardiografista
A fonte Emboligênica cardíaca é responsável por cerca de 30% dos casos de acidente vascular encefálico (AVE) embólico ou embolia periférica. Diante da importância desse tema, assinale a alternativa correta.
  1. AO forame oval patente tem sido responsabilizado ocasionalmente pela embolia paradoxal, na qual trombos (Intracardíacos ou Periféricos) vindos pelo átrio esquerdo alcançam o átrio direito por meio do forame oval, em condições de aumento transitório ou definitivo da pressão atrial direita.
  2. BDeve-se lembrar de que, particularmente na presença de prótese valvar, o Ecocardiograma Transtorácico é superior ao Ecocardiograma Ttransesofágico na identificação de Strands, trombos ou vegetações como fonte de êmbolos.
  3. CA Aorta é o local mais comum de aterosclerose, superando as artérias carótidas e cerebrais. O risco de embolia progride à medida que aumentam as dimensões da placa ateromatosa, sendo maior naquelas com mais de 4 mm de espessura, proeminentes na luz do vaso ("protusas"), sobretudo quando complicadas pela presença de ulcerações e trombose local, predispondo ao aparecimento de componentes móveis em sua superfície (debris), que podem constituir fonte de êmbolos (placas complexas, grau IV).
  4. DEntre os pacientes considerados de baixo risco cardíaco para a ocorrência de fenômenos cardioembólicos incluem-se os portadores de estenose mitral, fibrilação atrial, cardiomiopatia dilatada, infarto miocárdico recente, aneurismas ventriculares, próteses valvares, endocardite infecciosa e tumores Intracardíacos (mixomas, fibroelastomas), que devem ser abordados inicialmente pelo eco Transtorácico.
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GabaritoC — A Aorta é o local mais comum de aterosclerose, superando as artérias carótidas e cerebrais. O risco de embolia progride à medida que aumentam as dimensões da placa ateromatosa, sendo maior naquelas com mais de 4 mm de espessura, proeminentes na luz do vaso ("protusas"), sobretudo quando complicadas pela presença de ulcerações e trombose local, predispondo ao aparecimento de componentes móveis em sua superfície (debris), que podem constituir fonte de êmbolos (placas complexas, grau IV).

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