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Questão de Biologia — Ecologia e ciências ambientais — Avança SP 2024

BiologiaEcologia e ciências ambientais
Código
qg084616
Banca
Avança SP
Órgão
Prefeitura de Caconde - SP
Ano
2024
Nível
Médio
Cargo
Técnico Ambiental
A análise prévia de espécies nativas desempenha um papel crucial na restauração de vegetação degradada, essencial para a preservação do equilíbrio ecossistêmico. A Resolução CONAMA nº7/96 estabelece parâmetros fundamentais para a identificação de vegetação primária e estágios sucessionais secundários na Mata Atlântica de São Paulo. Portanto, um estudo de recuperação de áreas degradadas de vegetação arbórea de restinga no estado deve incluir espécies conforme delineadas por essa resolução, tais como:
  1. Abromeliáceas, briófitas, aráceas.
  2. Bgesneriáceas, briófitas e fungos liqueinizados.
  3. Cromeliáceas, pteridófitas e aráceas terrestres.
  4. Dbromeliáceas, orquidáceas, aráceas.
  5. Eciperáceas, bromeliáceas e fungos liqueinizados.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — bromeliáceas, orquidáceas, aráceas.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Restauração de vegetação de restinga e a Resolução CONAMA nº 7/96

Gabarito: letra D. A Resolução CONAMA nº 7/96, ao definir os parâmetros para identificação da vegetação primária e dos estágios sucessionais secundários da Mata Atlântica, elenca, entre os grupos de espécies indicadores, as bromeliáceas, orquidáceas e aráceas — exatamente a combinação trazida na alternativa D. As demais opções ou trocam um dos grupos (como "briófitas" ou "fungos liquenizados") ou apresentam grafia incorreta ("romeliáceas"), o que as torna inválidas.

A Resolução CONAMA nº 7/96 é um marco regulatório que estabelece critérios para a identificação de vegetação primária e dos estágios sucessionais secundários da Mata Atlântica, conforme determina a legislação ambiental. Para a restauração de áreas degradadas, como a vegetação arbórea de restinga, é essencial conhecer quais grupos de espécies são característicos de cada estágio, pois eles servem como indicadores ecológicos. A resolução, em seu anexo, lista uma série de famílias e grupos botânicos que devem ser considerados na avaliação e no manejo dessas áreas.

A questão explora o conhecimento específico desses grupos indicadores. A alternativa correta reúne três famílias/grupos que são efetivamente citados na resolução como indicadores da vegetação de restinga e de outros ecossistemas associados à Mata Atlântica: bromeliáceas (família Bromeliaceae), orquidáceas (família Orchidaceae) e aráceas (família Araceae). Esses grupos são comuns em ambientes de restinga e sua presença é utilizada como critério para caracterizar os diferentes estágios sucessionais.

As demais alternativas apresentam combinações que incluem grupos que não constam na resolução para esse fim, como briófitas (musgos e hepáticas), fungos liquenizados (líquens) e pteridófitas (samambaias), ou ainda apresentam erro de grafia, como "romeliáceas" em vez de "bromeliáceas". A banca, portanto, testa tanto o conhecimento dos grupos indicadores quanto a atenção à grafia correta dos nomes científicos.

1Bromeliáceas
2Orquidáceas
3Aráceas
4Melastomatáceas
5Mirtáceas
6Leguminosas
Grupos indicadores (CONAMA 7/96)
LEVELsoulevel.com.br
Grupos indicadores (CONAMA 7/96): Bromeliáceas; Orquidáceas; Aráceas; Melastomatáceas; Mirtáceas; Leguminosas

Alternativa A — ❌ Incorreta

Inclui briófitas, que não são citadas na Resolução CONAMA nº 7/96 como grupo indicador para a vegetação de restinga. As briófitas são plantas avasculares (musgos, hepáticas e antóceros) e, embora possam ocorrer em ambientes úmidos, não fazem parte do rol de espécies indicadoras estabelecido pela resolução para os estágios sucessionais da Mata Atlântica.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Além de incluir briófitas, traz também fungos liquenizados (líquens), que são associações simbióticas entre fungos e algas ou cianobactérias. Esses organismos não são considerados espécies indicadoras na resolução para a caracterização da vegetação de restinga. A combinação foge completamente do rol estabelecido.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Apresenta o termo "romeliáceas", que é um erro de grafia — o correto é bromeliáceas. Além disso, inclui pteridófitas (samambaias e avencas), que também não constam como grupo indicador na resolução para esse fim. A grafia incorreta já seria suficiente para eliminar a alternativa, mas o conteúdo também está errado.

Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Reúne exatamente os três grupos indicadores citados na Resolução CONAMA nº 7/96 para a vegetação de restinga: bromeliáceas, orquidáceas e aráceas. Essas famílias são características de ambientes de restinga e sua presença é utilizada como critério para identificar os estágios sucessionais da Mata Atlântica, conforme a resolução.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Inclui ciperáceas (família Cyperaceae) e fungos liquenizados, que não são citados na resolução como grupos indicadores para a vegetação de restinga. Embora as ciperáceas sejam comuns em áreas úmidas, não fazem parte do rol específico estabelecido pela Resolução CONAMA nº 7/96 para esse fim.

NÃO CAIA NESSA!

A banca explora a troca de grupos e a grafia incorreta. O candidato que decora apenas "bromeliáceas" e "aráceas" pode cair na alternativa C, que troca "bromeliáceas" por "romeliáceas" (erro de digitação) e adiciona "pteridófitas". Fique atento: a resolução cita bromeliáceas, orquidáceas e aráceas — memorize essa tríade e confira sempre a grafia.

PEGA ESSA DICA!

Para questões sobre a Resolução CONAMA nº 7/96, foque nos grupos de espécies indicadoras listados no anexo da norma. Além de bromeliáceas, orquidáceas e aráceas, outros grupos como melastomatáceas, mirtáceas e leguminosas também aparecem. Monte uma tabela com os grupos e os estágios sucessionais correspondentes para facilitar a memorização.

Gabarito: letra D

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