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Questão de Auditoria Governamental — Processo de Auditoria — Avança SP 2024

Auditoria GovernamentalProcesso de Auditoria
Código
qg094413
Banca
Avança SP
Órgão
Prefeitura de Valinhos - SP
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Auditor Fiscal
Ao desenvolver um plano de auditoria, indique qual das seguintes abordagens é INCORRETA na identificação e avaliação de riscos de auditoria:
  1. AO plano de auditoria deve incluir uma avaliação abrangente dos riscos em nível de afirmação, considerando tanto riscos inerentes quanto riscos de controle em diversos níveis das demonstrações financeiras.
  2. BA identificação de riscos de auditoria deve ser um processo dinâmico e contínuo ao longo da auditoria, adaptando-se a novas informações e mudanças no ambiente operacional da entidade.
  3. CO auditor deve confiar em sua intuição e experiência anterior com a entidade para determinar os riscos de auditoria, com necessidade de análise ou procedimentos de avaliação formais como recursos adicionais.
  4. DA identificação de riscos deve considerar o contexto externo da entidade, incluindo mudanças regulatórias, condições de mercado e outros fatores externos que possam impactar as demonstrações financeiras.
  5. EAo desenvolver o plano de auditoria, o auditor deve avaliar como a entidade identifica, avalia e responde a riscos, incluindo a consideração do ambiente de controle da entidade.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — O auditor deve confiar em sua intuição e experiência anterior com a entidade para determinar os riscos de auditoria, com necessidade de análise ou procedimentos de avaliação formais como recursos adicionais.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Avaliação de Riscos no Plano de Auditoria

Gabarito: letra C. A alternativa C é a incorreta, pois sugere que o auditor pode confiar apenas em sua intuição e experiência anterior para determinar os riscos de auditoria, tratando os procedimentos formais de avaliação de riscos como meros recursos adicionais. As normas de auditoria (NBC TA 300 e 315) estabelecem que o auditor deve aplicar procedimentos de avaliação de riscos, tais como indagações, procedimentos analíticos, observação e inspeção, para obter uma base para a identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante. A intuição e a experiência são complementares, mas não substituem a aplicação desses procedimentos.

Alternativa A — ✅ Correta

O plano de auditoria deve incluir uma avaliação abrangente dos riscos em nível de afirmação, considerando riscos inerentes e de controle, conforme exigido pelas normas de auditoria.

Alternativa B — ✅ Correta

A identificação de riscos é um processo dinâmico e contínuo, devendo ser atualizada ao longo da auditoria com base em novas informações e mudanças no ambiente operacional.

Alternativa C — ❌ Incorreta ⟵ GABARITO

Afirmar que o auditor deve confiar em sua intuição e experiência anterior, com necessidade de procedimentos formais apenas como recursos adicionais, está incorreto. As normas de auditoria determinam que os procedimentos de avaliação de riscos são obrigatórios e não meramente adicionais. A experiência pode orientar, mas não substitui a aplicação de tais procedimentos.

Alternativa D — ✅ Correta

A avaliação de riscos deve considerar o contexto externo da entidade, incluindo mudanças regulatórias, condições de mercado e outros fatores que possam impactar as demonstrações financeiras.

Alternativa E — ✅ Correta

O auditor deve avaliar como a entidade identifica, avalia e responde a riscos, considerando o ambiente de controle, o que é parte essencial do entendimento do controle interno.

NÃO CAIA NESSA!

A banca explora a falsa ideia de que a intuição e a experiência do auditor são suficientes para a avaliação de riscos, relegando os procedimentos formais a um plano secundário. Na prática, as normas exigem a aplicação de procedimentos de avaliação de riscos específicos, sendo a intuição apenas um complemento, não a base. O erro está em propor que a análise formal é um "recurso adicional" – na verdade, é obrigatória e precede qualquer julgamento baseado em experiência.

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