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Questão de Auditoria — Auditoria Independente (Externa) — Avança SP 2024

AuditoriaAuditoria Independente (Externa)
Código
qg094426
Banca
Avança SP
Órgão
Prefeitura de Valinhos - SP
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Auditor Fiscal
Em uma auditoria de demonstrações financeiras, o auditor independente deve utilizar o trabalho de um auditor interno para auxiliar na avaliação do risco de fraude?
  1. ASim, sempre.
  2. BNão, nunca.
  3. CSim, em algumas situações específicas.
  4. DSim, mas apenas se o auditor interno for membro do CFC.
  5. ESim, mas apenas se o auditor interno for certificado pelo CFC.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — Sim, em algumas situações específicas.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Utilização do trabalho da auditoria interna pelo auditor independente

Gabarito: letra C. O auditor independente pode utilizar o trabalho do auditor interno para auxiliar na avaliação do risco de fraude após avaliar a objetividade, competência e abordagem sistemática da função de auditoria interna, conforme as normas de auditoria (NBC TA). Não é obrigatório em todos os casos (alternativa A) nem proibido em todos (alternativa B), e não depende exclusivamente de certificação ou registro no CFC (alternativas D e E).

A banca testa o conhecimento sobre as condições para o uso do trabalho da auditoria interna. As normas de auditoria (NBC TA) estabelecem que o auditor independente pode utilizar esse trabalho, mas apenas após avaliar:

  • a posição hierárquica e a objetividade da auditoria interna;

  • o nível de competência dos auditores internos;

  • se a função aplica uma abordagem sistemática e disciplinada.

Além disso, há situações em que o auditor não deve usar o trabalho da auditoria interna ou deve usá-lo em menor extensão, como em áreas com maior julgamento ou riscos significativos.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Afirma que o auditor sempre deve utilizar o trabalho do auditor interno. Isso é falso, pois o auditor deve avaliar as condições antes de decidir e, em alguns casos, não deve utilizar (ex.: quando a auditoria interna não tem objetividade adequada ou competência suficiente). A generalização "sempre" é incorreta.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Afirma que o auditor nunca deve utilizar o trabalho do auditor interno. Errado: as normas permitem o uso, desde que atendidos os requisitos de objetividade, competência e abordagem sistemática. A proibição absoluta não existe.

Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Reflete exatamente o que as normas de auditoria determinam: o uso do trabalho da auditoria interna é possível em algumas situações específicas, após a devida avaliação dos requisitos. Não é obrigatório nem proibido, mas condicionado.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Condiciona o uso à condição de o auditor interno ser membro do CFC. As normas não exigem essa condição; o que importa é a competência e a objetividade, independentemente de filiação ao Conselho. Ser membro do CFC não é requisito para que o trabalho seja utilizado.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Condiciona o uso à certificação pelo CFC. A certificação (ex.: CRC ativo) pode ser um indicador de competência, mas a norma não a exige como condição única ou necessária. O auditor independente avalia a competência por meio de formação, experiência e capacitação, não exclusivamente por certificação.

NÃO CAIA NESSA!

A banca explora generalizações indevidas ("sempre" e "nunca") e condições irreais (ser membro ou certificado pelo CFC). O aluno deve lembrar que a norma exige uma avaliação caso a caso, e não um sim ou não absoluto. Fique atento: a resposta correta é a que reconhece a possibilidade condicionada.

Gabarito: letra C

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