Questão de Português — Interpretação de Textos — COMPERVE - UFRN 2024
PortuguêsInterpretação de Textos
- Código
- qg104267
- Banca
- COMPERVE - UFRN
- Órgão
- UFRN
- Ano
- 2024
- Nível
- Superior
- Cargo
- COMPERVE - - Exame Nacional de Acesso ao Mestrado Profissional em Letras - PROFLETRAS
Considere o fragmento a seguir.Não tenho sabença, pois nunca estudeiApenas eu seio o meu nome assináMeu pai, coitadinho! vivia sem cobreE o fio do pobre não pode estudáDos versos, infere-se que
- Aos substantivos “sabença” e “fio” são variantes utilizadas por pessoas sem instrução, da zona rural e que não leem textos impressos revisados, corretos e sem erros de português.
- Bo poeta assume a falta de saber pelo fato de não ter estudado, e isso se confirma na linguagem do poema marcada por vícios de linguagem e na imagem que ele traça de si mesmo.
- Cos verbos “assiná” e “estudá” encontram-se em um modo de conjugação em que a sílaba tônica encontra-se errada pelo fato de o poeta não ter estudado o assunto.
- Do poeta considerado, por muitos, analfabeto faz uma crítica social e se posiciona quanto ao acesso ao estudo pelo pobre, realidade de seu tempo que ainda persiste em várias regiões do Brasil.