Identificação humana após desastres
Gabarito: letra C. A escolha do método de identificação em desastres em massa deve considerar o estado de conservação dos corpos, o tempo decorrido após a morte e a infraestrutura disponível, conforme princípios de Antropologia Forense e protocolos como o INTERPOL DVI. Esses fatores determinam a aplicabilidade e a eficácia de cada técnica (papiloscopia, odontologia, antropologia, genética).
Alternativa A — ❌ Incorreta
Priorizar métodos que dependem exclusivamente das condições ambientais é limitante e desconsidera outros fatores cruciais, como o estado dos corpos e a infraestrutura. As condições ambientais são apenas um dos aspectos, não o único.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Selecionar métodos baseados unicamente na facilidade de aplicação pode comprometer a precisão e a confiabilidade da identificação. A facilidade é um critério, mas não pode ser o único.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A avaliação do estado dos corpos (decomposição, fragmentação, carbonização), do tempo decorrido após a morte (intervalo post mortem) e da infraestrutura (laboratórios, equipamentos, pessoal) é essencial para definir a melhor estratégia de identificação. Esses três elementos são pilares na tomada de decisão em desastres.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Ignorar a cadeia de custódia em situações de desastres em massa é inaceitável, pois ela garante a integridade e a rastreabilidade dos vestígios. A cadeia de custódia é fundamental para a validade do processo identificatório.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Usar apenas métodos de baixo custo independentemente da precisão necessária pode levar a erros de identificação. O custo deve ser balanceado com a acurácia exigida, especialmente em contextos onde a identificação correta é crucial para questões legais e humanitárias.
Gabarito: letra C.