Coleta de amostras sanguíneas em cadáveres preservados
Gabarito: letra B. Em cadáveres preservados, a coleta de sangue deve ser realizada de cavidades internas, como câmaras cardíacas ou grandes vasos, considerando a possibilidade de células íntegras, conforme protocolos de medicina legal. As demais alternativas apresentam imprecisões técnicas.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que amostras colhidas post-mortem geralmente não apresentam problemas de contaminação e degradação. Na prática, a degradação e contaminação são riscos reais; por isso, técnicas assépticas e coleta rápida são essenciais. O material de apoio orienta métodos cuidadosos para evitar perda de material.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Descreve exatamente o procedimento recomendado: considerar a possibilidade de células sanguíneas íntegras e optar por punção cardíaca, cavidade cardíaca ou vaso de grosso calibre. O texto de apoio afirma: “Deve se coletar sangue de cavidades internas como, por exemplo, câmaras cardíacas, ou grandes vasos.”
Alternativa C — ❌ Incorreta
Embora swabs sejam usados em algumas situações, a alternativa impõe preferencialmente swabs ou 2 mL em duplicata com anticoagulante heparina, o que não é o padrão universal para cadáveres preservados. O método depende do estado de conservação; para corpos inteiros e recentes, coleta com seringa para cartão FTA ou swab são opções, mas a especificação rígida aqui é inadequada.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Diz que não é necessário preocupar-se com perda ou contaminação em caso de rompimento do tubo. Isso é claramente errado: qualquer vazamento ou contaminação inviabiliza a amostra. O protocolo exige acondicionamento seguro e identificação individual.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Afirma que a amostra não deve ser coletada. Ao contrário, a coleta de sangue é recomendada e rotineira em cadáveres preservados para identificação genética e outros exames.
Conclusão: a alternativa correta é a B.