Questão de Saúde Pública — Epidemiologia e Saúde Coletiva — FADENOR 2024
Saúde PúblicaEpidemiologia e Saúde Coletiva
- Código
- qg128920
- Banca
- FADENOR
- Órgão
- Câmara de Mato Verde - MG
- Ano
- 2024
- Nível
- Médio
- Cargo
- Auxiliar Administrativo
De acordo com o jornal Poder 360° do dia 18/4/2024, o Brasil registrou 1.889.206 casos prováveis de dengue em 2024, até 18/3/2024. Com esse número, o ano atinge o maior patamar da doença nesse século. O pior ano, até então, havia sido 2015, quando, em 12 meses, houve 1.688.700 casos. Sobre a dengue no Brasil, analise o gráfico a seguir.
Disponível em: https://www.poder360.com.br/brasil/2024-alcanca-o-maior-registro-anual-de-dengue-deste-seculo/. Acesso em: 14 jun. 2024.Considerando os dados apresentados e os seus conhecimentos sobre essa doença, assinale a alternativa cuja afirmativa extrapola o conteúdo abordado
Disponível em: https://www.poder360.com.br/brasil/2024-alcanca-o-maior-registro-anual-de-dengue-deste-seculo/. Acesso em: 14 jun. 2024.Considerando os dados apresentados e os seus conhecimentos sobre essa doença, assinale a alternativa cuja afirmativa extrapola o conteúdo abordado- AO aquecimento global interferiu na expansão do Aedes aegypti, pois, com temperaturas mais quentes, os ovos dos machos fecundam e eclodem mais rapidamente. Além disso, mudanças nos padrões de chuvas, como as provocadas pela La Niña, também contribuem com uma maior propagação da dengue. O vírus tem chegado a lugares com baixo histórico de contaminação da doença, como as regiões Sul e Centro-Oeste, as quais têm apresentado crescimento no número de infecções. O cenário de 2024 é uma continuação dos números do final de 2023. No ano anterior, a propagação cresceu durante o inverno, período em que a doença é mais rara.
- BO aquecimento global interferiu na expansão do Aedes aegypti, pois, com temperaturas mais quentes, os ovos das fêmeas fecundam e eclodem mais rapidamente. Além disso, mudanças nos padrões de chuvas, como as provocadas pelo El Niño, também contribuem com uma maior propagação da dengue. O vírus tem chegado a lugares com alto histórico de contaminação da doença, como as regiões Sul e Centro-Oeste, as quais têm apresentado crescimento no número de infecções. O cenário de 2024 é uma continuação dos números do final de 2017. Em 2017, a propagação cresceu durante o inverno, período em que a doença se espalha.
- CO resfriamento global interferiu na expansão do Aedes aegypti, pois, com temperaturas mais drásticas, os ovos das fêmeas fecundam e eclodem mais rapidamente. Além disso, mudanças nos padrões de chuvas, como as provocadas pelo El Niño, também contribuem com uma maior propagação do mosquito. O vírus tem chegado a lugares com baixo histórico de contaminação da doença, como as regiões Sul e Sudeste, as quais têm apresentado crescimento no número de infecções. O cenário de 2024 é uma continuação dos números do final de 2023. No ano anterior, a propagação cresceu durante o inverno, período em que a doença é mais rara.
- DO aquecimento global interferiu na expansão do Aedes aegypti, pois, com temperaturas mais quentes, os ovos das fêmeas fecundam e eclodem mais rapidamente. Além disso, mudanças nos padrões de chuvas, como as provocadas pelo El Niño, também contribuem com uma maior propagação da dengue. O vírus tem chegado a lugares com baixo histórico de contaminação da doença, como as regiões Sul e Centro-Oeste, as quais têm apresentado crescimento no número de infecções. O cenário de 2024 é uma continuação dos números do final de 2023. No ano anterior, a propagação cresceu durante o inverno, período em que a doença é mais rara.
- EO aquecimento global interferiu na expansão do Aedes aegypti, pois, com temperaturas mais quentes, os ovos das fêmeas fecundam e eclodem mais rapidamente. Além disso, mudanças nos padrões de chuvas, como as provocadas pelo El Niño, também contribuem com uma maior propagação da dengue. O vírus tem chegado a lugares com baixo histórico de contaminação da doença, como as regiões Norte e Centro-Oeste, as quais têm apresentado crescimento no número de infecções. O cenário de 2023 é semelhante ao de 2008, quando a propagação cresceu durante o verão, período em que a doença é mais rara.