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Questão de Português — Termos essenciais da oração: Sujeito e Predicado — FUNDATEC 2024

PortuguêsTermos essenciais da oração: Sujeito e Predicado
Código
qg180590
Banca
FUNDATEC
Órgão
CREMERS
Ano
2024
Nível
Superior

Profissionais ainda temem perder o emprego para IA, mas este especialista aposta no contrário 



Imagem da questão



(Disponível em: exame.com/carreira/profissionais-ainda-temem-perder-o-emprego-para-ia-mas-esteespecialista-aposta-no-contrario/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento do texto “Detesto pensar no que isso pode significar para minha empregabilidade”, o sujeito da oração organizada em torno do verbo “Detesto” é classificado como: 
  1. AOculto.
  2. BSimples.
  3. CComposto.
  4. DIndeterminado.
  5. EInexistente.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — Oculto.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Sujeito oculto em "Detesto pensar no que isso pode significar para minha empregabilidade"

Gabarito: letra A. O sujeito da oração organizada em torno do verbo "Detesto" é oculto (também chamado de elíptico ou desinencial), pois não está expresso na frase, mas é facilmente identificado pela desinência verbal de 1ª pessoa do singular: "eu". A forma verbal "Detesto" termina em -o, que marca a 1ª pessoa do singular, permitindo recuperar o sujeito sem ambiguidade. Como se lê no fragmento, o verbo está flexionado em "Detesto" — e é essa desinência que revela o sujeito.

O que a questão cobra

A questão pede a classificação do sujeito da oração cujo verbo é "Detesto". Para resolver, é preciso identificar se o sujeito está explícito (aparece na frase) ou implícito (não aparece, mas é recuperável). No fragmento, não há um termo como "eu" antes do verbo; no entanto, a desinência verbal -o indica claramente a 1ª pessoa do singular. Isso caracteriza o sujeito oculto, também chamado de elíptico ou desinencial.

"Detesto pensar no que isso pode significar para minha empregabilidade"

A forma "Detesto" é a 1ª pessoa do singular do presente do indicativo do verbo "detestar". A desinência número-pessoal -o é a pista que permite recuperar o sujeito "eu". Como o sujeito não está escrito, mas é perfeitamente identificável, temos sujeito oculto.

Análise das alternativas

Sujeito
  • 1Explícito
    • Simples (1 núcleo)
    • Composto (2+ núcleos)
  • 2Implícito
    • Oculto/elíptico/desinencial
      • identificado pela desinência verbal
  • 3Indeterminado
    • não identificável
    • 3ª pessoa plural sem referência
    • 3ª pessoa singular + "se"
  • 4Inexistente
    • verbos impessoais
    • fenômenos da natureza
    • "haver" (existir)
    • "fazer" (tempo)
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

O sujeito é oculto porque não está explícito no texto, mas é identificado pela desinência verbal. A forma "Detesto" (1ª pessoa do singular) revela o sujeito "eu". Esse é o caso clássico de sujeito oculto/elíptico/desinencial.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Erro: troca de conceito. O sujeito simples é aquele que possui um único núcleo e está explícito na oração (ex.: "O aluno estudou"). No fragmento, não há núcleo nominal expresso; o sujeito é recuperado apenas pela desinência. Portanto, não é simples.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Erro: troca de conceito. O sujeito composto possui dois ou mais núcleos (ex.: "João e Maria saíram"). No fragmento, não há sequer um núcleo explícito, quanto mais dois. A alternativa confunde a classificação por número de núcleos com a ausência de sujeito explícito.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Erro: troca de conceito. O sujeito indeterminado ocorre quando não se pode identificar o agente da ação, nem pela desinência, nem pelo contexto. Isso acontece com verbo na 3ª pessoa do plural sem referência anterior ("Roubaram meu carro"), com verbo na 3ª pessoa do singular + "se" ("Precisa-se de ajuda") ou com infinitivo impessoal ("É proibido fumar"). No fragmento, a desinência -o identifica perfeitamente o sujeito "eu", então não há indeterminação.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Erro: troca de conceito. O sujeito inexistente (oração sem sujeito) ocorre com verbos impessoais: fenômenos da natureza ("Choveu"), verbo "haver" com sentido de existir ("Há vagas"), verbo "fazer" indicando tempo ("Faz dois anos"), entre outros. O verbo "detestar" é pessoal e exige um sujeito; portanto, não há sujeito inexistente.

NÃO CAIA NESSA!

A banca explora a confusão entre sujeito oculto e sujeito indeterminado. A diferença crucial: no oculto, a desinência verbal permite identificar o sujeito ("eu"); no indeterminado, não há como saber quem pratica a ação. Como "Detesto" traz a desinência de 1ª pessoa, o sujeito é oculto, não indeterminado.

PEGA ESSA DICA!

Para classificar o sujeito, pergunte: "quem pratica a ação?" Se a resposta estiver na desinência verbal, é oculto; se não houver como responder, é indeterminado; se o verbo for impessoal, é inexistente.

Gabarito: letra A.

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