Questão de Medicina Legal — Antropologia Forense — IADES 2024
- Código
- qg206084
- Banca
- IADES
- Órgão
- POLÍCIA CIENTÍFICA - GO
- Ano
- 2024
- Nível
- Superior
- Cargo
- Odontolegista de 3ª Classe – Geral
- Arato.
- Bporco.
- Ccanguru.
- Dtubarão.
- Ecamelo.
GabaritoB — porco.
Gabarito: letra B (porco). Em Antropologia Forense, a similaridade dos molares de animais jovens com os dentes humanos é conhecida, e o porco (Sus scrofa) é o exemplo clássico citado na literatura, pois seus molares decíduos e permanentes possuem morfologia semelhante à dos humanos, podendo gerar confusão em análises de fragmentos dentários.
A questão exige o conhecimento de que, em contextos forenses, especialmente na análise de restos fragmentados ou de animais jovens, o porco é frequentemente relatado como espécie que pode ser confundida com a humana devido ao tamanho e forma de seus molares. Esse fato é abordado em livros-texto de Medicina Legal e Odontologia Forense.
O rato possui dentição com características roedoras (incisivos proeminentes e ausência de caninos), muito distinta da humana. Seus molares são pequenos e não se assemelham aos molares humanos em tamanho ou morfologia.
O porco jovem apresenta molares com cúspides e sulcos que lembram os molares humanos, além de tamanho compatível. Por isso, é o exemplo clássico de animal cujos dentes podem ser confundidos com os humanos em análises forenses.
O canguru é um marsupial com dentição especializada para herbivoria; seus molares possuem cristas transversais (lofodontes), bastante diferentes dos molares humanos (bunodontes). Não há relato de confusão com dentes humanos.
O tubarão é um peixe cartilaginoso que não possui dentes verdadeiros (são escamas placoides modificadas) e sua dentição é substituída continuamente. A morfologia é completamente distinta da dentição humana, não gerando confusão.
O camelo é um mamífero herbívoro com dentição adaptada para pastagem; seus molares são hipsodontes (coroas altas) e com superfície oclusal complexa, muito diferentes dos molares humanos. Não há similaridade que leve a erro.
Conclusão: A única alternativa que corresponde ao animal cujos dentes jovens podem ser confundidos com os humanos é o porco, confirmando o gabarito letra B.
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