Questão de Terapia Ocupacional — Terapia Ocupacional na Atenção à Saúde — IBAM 2024
Terapia OcupacionalTerapia Ocupacional na Atenção à Saúde
- Código
- qg216922
- Banca
- IBAM
- Órgão
- Prefeitura de Guarulhos - SP
- Ano
- 2024
- Nível
- Superior
- Cargo
- Especialista em Saúde - Terapia Ocupacional
Como denunciam Souza e Rocha (2021), a maior parte das ações de cuidado voltadas às crianças em serviços de Atenção Primária à Saúde (APS) centra-se exclusivamente nelas, isolando seus processos de cuidado daqueles destinados a suas famílias e adotando uma perspectiva biomédica e reducionista. Para que seja possível construir ações em terapia ocupacional abrangentes, em serviços de APS voltados para crianças, é necessário:
- Aconsiderar a avaliação baseada em escalas e instrumentos validados, adotar uma abordagem individual, realizar consultas que foquem em temas como vacinação e alimentação adequada, acionando o Conselho Tutelar sempre que se verificar a inadequação das ações maternas e paternas.
- Bconsiderar a avaliação das mães sobre o desenvolvimento infantil dos filhos, adotar uma abordagem familiar, desenvolver ações de prevenção e de intervenção oportuna, desenvolver ações comunitárias e intersetoriais em parceria com escolas, centros culturais e outros equipamentos sociais que atendem à infância.
- Cconsiderar exclusivamente ações de prevenção de doenças e de alterações no desenvolvimento infantil, priorizando a realização de uma cesta-básica de ações, dado o contexto da APS, acionando o nível secundário e terciário com a presença de suspeita de alterações no desenvolvimento infantil.
- Dconsiderar ações de cuidados volotadas apenas para os pais das crianças, encaminhando as crianças para centros de cuidados especializados na infância, acionando escolas e equipamentos do território para auxiliar no controle comportamental dos pais.
- Econsiderar ações de encaminhamento de crianças a serviços privados de saúde, como clínicas específicas para o tratamento com integração sensorial, ótimas para o cuidado integral de crianças, o que, infelizmente, não é ofertado por serviços públicos.