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Questão de Medicina Legal — Sexologia Forense — IBFC 2024

Medicina LegalSexologia Forense
Código
qg218920
Banca
IBFC
Órgão
POLÍCIA CIENTÍFICA-PR
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Perito Oficial Criminal - Área 2
A aplicação de uma ou de várias técnicas na estimativa do dimorfismo sexual em humanos, nos proporciona um intervalo de certeza, e permite-nos classificar um determinado remanescente como sendo do sexo biológico feminino ou masculino. Considerando a afirmação acima, assinale a alternativa que apresenta uma técnica e a qual parte do esqueleto humano pode ser aplicada.
  1. ATécnica de Klales – Crânio e mandíbula.
  2. BTécnica de Albanese – Pélve e fêmur.
  3. CTécnica de Walker – Vértebras.
  4. DTécnica de Ubelaker – Falanges distais de mãos.
  5. ETécnica de Di Gangi – Calcâneo e tálus.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoB — Técnica de Albanese – Pélve e fêmur.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Identificação do sexo por técnicas de dimorfismo ósseo

Gabarito: letra B. A técnica de Albanese é um método de estimativa sexual desenvolvido para análise da pelve e do fêmur, regiões com alto dimorfismo sexual. A bacia (pelve) é o osso mais discriminante, como destaca a doutrina: "É a bacia, contudo, que fornece os caracteres diferenciais mais importantes" (contexto). O fêmur também apresenta ângulos distintos entre os sexos (80º no homem, 76º na mulher, conforme Stewart e Washington).

1Pelve (mais dimórfico)
Klales (púbis e incisura isquiática)
Albanese (pelve e fêmur)
2Crânio
Walker (5 traços cranianos)
3Tarso
Di Gangi (calcâneo e tálus)
4Baixo dimorfismo
Vértebras
Falanges
Técnicas de dimorfismo sexual ósseo
LEVELsoulevel.com.br
Técnicas de dimorfismo sexual ósseo: Pelve (mais dimórfico) (Klales (púbis e incisura isquiática), Albanese (pelve e fêmur)); Crânio (Walker (5 traços cranianos)); Tarso (Di Gangi (calcâneo e tálus)); Baixo dimorfismo (Vértebras, Falanges)

Alternativa A — ❌ Incorreta

A técnica de Klales é, na verdade, um método de sexagem que utiliza a pelve (os coxal), especialmente a região do púbis e a incisura isquiática maior. Associá-la ao crânio e mandíbula é um erro. O crânio tem métodos próprios, como o de Walker, não o de Klales.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Correta. Albanese desenvolveu técnicas de análise morfoscópica e métrica da pelve e do fêmur para determinação do sexo. A pelve é o ossos mais dimórfico, e o fêmur complementa com a mensuração do ângulo côndilo-diafisário.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A técnica de Walker é um método de sexagem craniana (baseado em cinco traços do crânio), não aplicável a vértebras. Vértebras são estruturas com baixo dimorfismo sexual, não sendo foco de técnicas específicas para sexo.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Ubelaker é conhecido por métodos de estimativa de idade e, em alguns contextos, por análise de dentes e ossos longos, mas não há técnica de Ubelaker voltada para falanges distais de mãos como indicador primário de sexo. Falanges têm baixo poder discriminante.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Di Gangi desenvolveu métodos para estimativa de sexo a partir de ossos do tarso (calcâneo e tálus) sim, mas a associação com calcâneo e tálus está correta? Na verdade, Di Gangi é um método de sexagem por calcâneo, mas a alternativa E afirma "Calcâneo e tálus". Apesar de possível, a banca considerou incorreta, provavelmente porque a técnica de Albanese é mais consolidada e foi a única correta dentre as opções. Além disso, o gabarito oficial indica B.

NÃO CAIA NESSA!

Cuidado com associações plausíveis mas equivocadas. Klales (pelve) é associada ao crânio; Walker (crânio) é associada a vértebras; Ubelaker (idade) é associada a falanges. Conheça os métodos clássicos: Klales e Albanese (pelve/fêmur), Walker (crânio), Di Gangi (calcâneo).

Gabarito: letra B.

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