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Questão de Criminalística — Vestígios de Interesse Forense — IBFC 2024

CriminalísticaVestígios de Interesse Forense
Código
qg218958
Banca
IBFC
Órgão
POLÍCIA CIENTÍFICA-PR
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Perito Oficial Criminal - Área 3
A respeito dos exames requisitados ao perito durante análise de tráfego em redes de computação é correto afirmar:
  1. ANo Exame Peer-to-Peer o perito busca descobrir que tipo de arquivo foi transferido, o destino desse arquivo e qual o propósito da transferência.
  2. BNa engenharia reversa de malware¸ o perito busca determinar qual é funcionamento do malware, quais servidores de comando e controle (C&C) são utilizados, bem como endereços de domínios maliciosos.
  3. CO perito consegue determinar atividades do usuário na rede local e internet através da análise de protocolos como HTTP, SMTP, instant messagers e Peer-to-Peer.
  4. DConhecendo os pacotes de rede geradores os pacotes de rede gerados pelo malware, é possível determinar quais computadores na rede estão infectados por esse código malicioso.
  5. EA análise do tráfego de uma rede não possibilita descobrir quais ataques estão acontecendo contra um servidor.
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GabaritoA — No Exame Peer-to-Peer o perito busca descobrir que tipo de arquivo foi transferido, o destino desse arquivo e qual o propósito da transferência.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Análise de Tráfego em Redes de Computação – Exames Periciais

Gabarito: Letra A. A alternativa A descreve corretamente o exame Peer-to-Peer na análise de tráfego: identificar o tipo de arquivo transferido, seu destino e o propósito. As demais alternativas apresentam incorreções quanto ao escopo ou à metodologia dos exames periciais em redes.

Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

O exame Peer-to-Peer (P2P) visa justamente rastrear transferências de arquivos, identificando o conteúdo, os nós envolvidos e a finalidade. É uma prática comum em investigações de compartilhamento ilegal de materiais.

Alternativa B — ❌ Incorreta

A engenharia reversa de malware é uma análise sobre o código malicioso em si, não sobre o tráfego de rede. Embora durante a análise de tráfego possa-se identificar comunicações com servidores C&C, o exame reverso do malware é um processo separado, realizado em ambiente controlado. A alternativa erra ao incluí-lo como um exame requisitado durante a análise de tráfego.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A análise de protocolos (HTTP, SMTP, mensageiros instantâneos, P2P) permite inferir padrões de comunicação, mas não determina diretamente as atividades do usuário devido à criptografia (ex.: HTTPS, TLS). Além disso, a simples observação de tráfego não revela o conteúdo ou a intenção do usuário. A afirmação é excessivamente ampla e desconsidera limitações técnicas.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Conhecer os pacotes gerados por malware é útil, mas não suficiente para determinar quais computadores estão infectados. É necessário associar esses pacotes a endereços IP de origem, analisar fluxos de rede e correlacionar com outros vestígios (logs, eventos, etc.). A alternativa simplifica o processo e omite etapas essenciais.

Alternativa E — ❌ Incorreta

A análise de tráfego de rede é uma técnica fundamental para detectar ataques em andamento, como varreduras, tentativas de invasão, negação de serviço (DDoS) e exfiltração de dados. Portanto, a afirmação de que "não possibilita" é falsa.

PEGA ESSA DICA!

Em questões sobre exames periciais em redes, atente-se ao escopo de cada exame. A banca pode confundir exames complementares com os específicos da análise de tráfego. Lembre-se: criptografia e necessidade de correlação são fatores limitantes comuns.

Gabarito: Letra A.

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