Questão de Auditoria Governamental — Processo de Auditoria — IDESG 2024
Auditoria Governamental›Processo de Auditoria
Código
qg232756
Banca
IDESG
Órgão
Prefeitura de Irupi - ES
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Auditor de Controle Interno
Na auditoria, os riscos são elementos que devem ser cuidadosamente avaliados para garantir a eficácia do trabalho. Entre os tipos de riscos, o risco inerente, de controle e de detecção compõem o risco de auditoria. Nesse tema, qual das opções abaixo define corretamente o 'risco inerente'?
ARisco de uma distorção significativa não ser detectada pela auditoria.
BRisco de controles internos não prevenirem ou detectarem e corrigirem uma distorção significativa.
CRisco de a auditoria não identificar falhas significativas no sistema de controle interno.
DRisco de uma distorção significativa existir antes da consideração de quaisquer controles.
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GabaritoD — Risco de uma distorção significativa existir antes da consideração de quaisquer controles.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Risco Inerente na Auditoria
Gabarito: letra D. O risco inerente é a suscetibilidade de uma afirmação a uma distorção relevante, independentemente dos controles internos da entidade. Essa definição está alinhada com o conceito de que o risco inerente existe antes da consideração de quaisquer controles (NBC TA 200, apêndice A39-A40).
A banca testa o conhecimento dos componentes do risco de auditoria: risco inerente, risco de controle e risco de detecção. Cada um tem definição própria e é comum que a banca troque as definições para confundir o candidato.
Risco de auditoria
1Risco inerente
Suscetibilidade a distorção relevante
Antes de considerar controles
2Risco de controle
Controles não previnem/detectam/corrigem
3Risco de detecção
Auditoria não detecta distorção
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Define o risco de detecção, que é o risco de que a auditoria não detecte uma distorção relevante. A banca trocou o conceito: na letra A, o sujeito é a auditoria; no risco inerente, o risco existe na entidade, independentemente da auditoria.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Define o risco de controle, que é o risco de que os controles internos não previnam ou detectem e corrijam uma distorção relevante. Esta alternativa fala de controles internos, o que é característico do risco de controle.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Mistura conceitos: apesar de mencionar 'falhas no controle interno', não define corretamente o risco inerente. O risco inerente não depende de controles; se os controles fossem considerados, seria risco de controle. A redação 'não identificar falhas' sugere algo mais próximo do risco de detecção, mas de forma imprecisa.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Corresponde exatamente à definição de risco inerente: 'Risco de uma distorção significativa existir antes da consideração de quaisquer controles'. É a suscetibilidade inerente da afirmação ao erro, sem levar em conta os efeitos dos controles internos.
NÃO CAIA NESSA!
A banca propositalmente troca as definições dos riscos. O candidato deve lembrar que o risco inerente é pré-controle; o risco de controle depende dos controles; e o risco de detecção depende do trabalho do auditor. Memorize: inerente = antes dos controles; controle = falha dos controles; detecção = falha do auditor.