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Questão de Português — Interpretação de Textos — Instituto Referência 2024

PortuguêsInterpretação de Textos
Código
qg316710
Banca
Instituto Referência
Órgão
Prefeitura de Rio Bonito - RJ
Ano
2024
Nível
Superior
Analisando o texto a partir de uma leitura atenta, pode-se afirmar, EXCETO:
  1. AAo longo de todo o texto é possível notar a presença da voz do cronista a partir de suas reflexões e observações acerca da avançada tecnologia do metrô paulista se comparada à realidade denominada, pelo autor, como a dos “homens da floresta”. Apesar de reconhecer a tecnologia do trem, fica claro o saudosismo do cronista quanto aos tempos em que os índios habitavam as regiões de São Paulo que ele acompanha do metrô.
  2. BA construção textual ocorre a partir de uma relação comparativa entre o tatu animal e o metrô paulista. De acordo com o cronista, ambos são fontes de sustento para os homens, entretanto o tatu da floresta se esconde dos predadores e desconhece seu destino enquanto o “tatu da cidade” cruza as localidades geográficas e guia as pessoas aos seus destinos particulares.
  3. CAo utilizar diferentes tempos verbais ao longo da crônica, iniciando com o presente, depois com o pretérito e por último com a ideia de gerúndio (no parágrafo final), o cronista desenvolve a temporalidade do texto e reforça que seus pensamentos iam se desenvolvendo conforme o “andar” do trem.
  4. DApós refletir, junto do movimento do metrô, sobre as antigas civilizações que habitavam o vale por onde o trem passa hoje, o cronista conclui que há ainda referências em comum com os tempos antigos, como os urubus, pombos e pombas, gaviões, prédios como árvores etc. Ainda que, ao final, a ideia da saudade esteja presente, o cronista reforça que o metrô é indispensável para a sobrevivência de muitas pessoas, como o tatu era para os índios, e faz referência aos nomes das regiões para destacar o fato de que ainda se trata de uma terra “indígena” na cidade, a qual ainda pode ser revisitada.
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GabaritoD — Após refletir, junto do movimento do metrô, sobre as antigas civilizações que habitavam o vale por onde o trem passa hoje, o cronista conclui que há ainda referências em comum com os tempos antigos, como os urubus, pombos e pombas, gaviões, prédios como árvores etc. Ainda que, ao final, a ideia da saudade esteja presente, o cronista reforça que o metrô é indispensável para a sobrevivência de muitas pessoas, como o tatu era para os índios, e faz referência aos nomes das regiões para destacar o fato de que ainda se trata de uma terra “indígena” na cidade, a qual ainda pode ser revisitada.

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