Questão de Banco de Dados — Big Data — Quadrix 2024
- Código
- qg347401
- Banca
- Quadrix
- Órgão
- CFP
- Ano
- 2024
- Nível
- Superior
- Cargo
- Analista Técnico/TI/Suporte
- CCerto
- EErrado
GabaritoC — Certo
Gabarito: CERTO. O armazenamento em objetos é, de fato, uma solução moderna e amplamente utilizada para armazenar grandes volumes de dados não estruturados, especialmente em ambientes de computação em nuvem — é exatamente o que a assertiva afirma. Essa modalidade de armazenamento organiza os dados como objetos (dado + metadados + identificador único), em vez de blocos ou arquivos hierárquicos, o que a torna ideal para dados como imagens, vídeos, documentos e backups.
O armazenamento em objetos (object storage) é um modelo em que cada dado é tratado como um objeto autônomo, composto por três partes: os dados em si, os metadados (informações descritivas, como data de criação, tipo, permissões) e um identificador único global (chave). Diferentemente do armazenamento em bloco (block storage), usado em SANs, ou do armazenamento em arquivo (file storage), usado em NAS, o object storage não exige uma estrutura hierárquica de pastas — os objetos são acessados por meio de APIs via HTTP, o que facilita a escalabilidade horizontal e o acesso distribuído.
Essa característica o torna perfeito para Big Data e nuvem: serviços como Amazon S3, Azure Blob Storage e Google Cloud Storage são exemplos clássicos. Eles armazenam desde arquivos de log até datasets inteiros de machine learning, suportando dados não estruturados (imagens, vídeos, áudios, documentos) e semiestruturados (JSON, XML). A escalabilidade é praticamente ilimitada, e o custo por gigabyte tende a ser menor que o de outras soluções, o que explica sua adoção massiva em data lakes e arquiteturas de Big Data.
A pegadinha que a banca poderia explorar aqui seria confundir armazenamento em objetos com outras formas de armazenamento, como o relacional (tabelas) ou o de arquivos tradicionais. Mas a assertiva é precisa: ela fala de "grandes volumes de dados não estruturados" e "computação em nuvem", exatamente o cenário em que o object storage brilha. Não há exceção ou nuance que torne a afirmação incorreta.
Na prática, quando você envia uma foto para um serviço de nuvem, ela vira um objeto com um identificador (ex.: https://bucket.s3.amazonaws.com/foto.jpg). Os metadados guardam informações como tamanho e tipo, e o acesso é feito por URL ou API. Isso permite que milhões de usuários acessem o mesmo objeto simultaneamente, sem gargalos de servidor único — algo que um banco relacional tradicional não conseguiria fazer com a mesma eficiência.
Portanto, a afirmativa está correta e reflete o estado da arte em armazenamento de dados para cenários de Big Data e nuvem.
A assertiva descreve com precisão o armazenamento em objetos: é uma solução moderna, voltada para grandes volumes de dados não estruturados, e amplamente usada em nuvem. Exemplos concretos: Amazon S3, Azure Blob Storage, Google Cloud Storage. Esses serviços são a base de data lakes e arquiteturas de Big Data, justamente por sua escalabilidade e flexibilidade para dados não estruturados. Não há erro conceitual — a afirmação está alinhada com a definição técnica e com a prática de mercado.
Para questões sobre armazenamento, lembre-se do trio: bloco (SAN, baixa latência, bancos de dados), arquivo (NAS, compartilhamento de arquivos) e objeto (nuvem, dados não estruturados, escalabilidade massiva). Se a questão mencionar "não estruturados" e "nuvem", a resposta quase sempre será objeto.
Gabarito: CERTO
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