Questão de Noções de Informática — Editor de Textos - Microsoft Word e BrOffice.org Writer — Quadrix 2024
- Código
- qg347960
- Banca
- Quadrix
- Órgão
- COREN-PR
- Ano
- 2024
- Nível
- Médio
- Cargo
- Auxiliar Administrativo
- CCerto
- EErrado
GabaritoE — Errado
Gabarito: ERRADO. A afirmação está incorreta porque a mala direta do Word 2013 não funciona corretamente com uma planilha do Excel que contenha informações não estruturadas e desorganizadas — pelo contrário, para que o recurso funcione, a fonte de dados precisa estar organizada em campos (colunas) e registros (linhas), e não há "macros que localizam automaticamente" informações soltas. O funcionamento da mala direta depende de uma estrutura de dados minimamente organizada, e a banca explora exatamente essa inversão.
A mala direta é um recurso do Word (e também do Writer, no LibreOffice) que permite criar um documento-modelo e enviá-lo a várias pessoas, personalizando-o com dados de uma fonte externa — como uma planilha do Excel, uma lista do Outlook ou um banco de dados. O processo funciona assim: você cria o documento principal (por exemplo, uma carta), insere campos de mesclagem (como nome, endereço, cidade) e, ao executar a mesclagem, o Word busca os dados na fonte e gera um documento para cada registro.
Para que isso funcione, a fonte de dados precisa estar estruturada em colunas (campos) e linhas (registros). Cada coluna representa um campo (ex.: Nome, Endereço, Cidade) e cada linha representa um registro (uma pessoa). Se a planilha estiver desorganizada, com informações soltas, sem cabeçalhos claros ou com dados misturados, o Word não consegue mapear os campos e a mesclagem falha ou produz resultados incorretos. Não existe nenhuma "macro" que localize automaticamente informações não estruturadas — isso é uma invenção da banca.
Na prática, o usuário deve preparar a planilha com uma linha de cabeçalho (os nomes dos campos) e as linhas seguintes com os dados de cada destinatário. Por exemplo:
Nome | Endereço | Cidade |
|---|---|---|
João | Rua A, 123 | São Paulo |
Maria | Rua B, 456 | Rio de Janeiro |
Com essa estrutura, o Word reconhece os campos e permite inserir «Nome», «Endereço», «Cidade» no documento. Se a planilha tiver dados espalhados, sem essa organização, o recurso não funciona corretamente.
A pegadinha da banca está em afirmar que a mala direta funciona mesmo com dados não estruturados e desorganizados, atribuindo isso a "macros" que localizam as informações. Isso é falso: a mala direta exige uma fonte de dados organizada em campos e registros, e não há recurso automático que "adivinhe" onde estão as informações. O candidato que conhece o funcionamento básico do recurso percebe o erro.
A banca inverte a lógica do recurso: afirma que a mala direta funciona com dados desorganizados graças a macros automáticas. Na verdade, a mala direta exige uma fonte de dados estruturada (colunas = campos, linhas = registros). Não existe "localização automática" de informações soltas — o Word apenas mescla os campos que você indica, e isso só é possível se a estrutura estiver correta.
A afirmação está errada por três motivos: (1) a mala direta não funciona corretamente com dados não estruturados e desorganizados — ela exige uma fonte de dados organizada em campos e registros; (2) não existem "macros" que localizem automaticamente informações necessárias; o Word apenas insere os campos de mesclagem que o usuário define, e isso depende da estrutura da planilha; (3) a premissa de que o recurso "funciona corretamente" mesmo com dados bagunçados é falsa. A banca tenta confundir o candidato com a ideia de que o Word "adivinha" os dados, mas o funcionamento correto depende de uma planilha bem estruturada.
Gabarito: ERRADO.
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