Questão de Auditoria — Auditoria Independente (Externa) — UNIVALI 2024
- Código
- qg373429
- Banca
- UNIVALI
- Órgão
- Prefeitura de Luiz Alves - SC
- Ano
- 2024
- Nível
- Superior
- Cargo
- Assistente de Controle Interno
- AControlável.
- BInerente.
- CDe negócios.
- DDetectável.
GabaritoB — Inerente.
Gabarito: letra B. A questão descreve exatamente o risco inerente: a suscetibilidade de uma afirmação a uma distorção material antes de considerar os controles internos. É um dos dois componentes do risco de distorção relevante (o outro é o risco de controle), conforme as normas de auditoria (NBC TA 200 e NBC TA 315).
A banca cobra a distinção entre os tipos de risco na auditoria independente. A definição do enunciado é literalmente a do risco inerente.
O termo "risco controlável" não é uma categoria técnica na estrutura de risco de auditoria. Os riscos são classificados em inerente, de controle e de detecção; não há "controlável" como componente autônomo.
Risco inerente é exatamente a possibilidade de distorção material em uma afirmação, independentemente dos controles existentes. É um conceito fundamental para a avaliação de riscos pelo auditor.
O "risco de negócios" refere-se a ameaças à capacidade da entidade de atingir seus objetivos estratégicos/operacionais, não à suscetibilidade de distorção nas demonstrações contábeis. É um conceito mais amplo e distinto do risco de auditoria.
O "risco de detecção" é o risco de que os procedimentos executados pelo auditor não detectem uma distorção material existente. Ele é posterior à consideração dos controles, ao contrário do risco inerente, que é avaliado antes dos controles.
Na prova, lembre-se da sequência: o auditor primeiro avalia o risco inerente (sem controles), depois o risco de controle (eficácia dos controles), e então determina o risco de detecção aceitável para planejar os procedimentos. A frase-chave "antes de considerar qualquer controle" remete diretamente ao risco inerente.
Gabarito: letra B.
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