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Questão de Odontologia — Cirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações. — UNIVIDA 2024

OdontologiaCirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações.
Código
qg377968
Banca
UNIVIDA
Órgão
Prefeitura de Ivaí - PR
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Dentista
Em relação aos acessos cirúrgicos ao esqueleto da face, sobre o acesso ao palato ósseo é correto afirmar:
  1. AIndica-se o acesso ao palato ósseo em diversas situações na cirurgia bucal, como a exodontia de dentes inclusos, a exodontia dos terceiros molares inferiores e superiores, o tratamento de patologias ósseas e a exposição de dentes com retenção palatina para tracionamento ortodôntico.
  2. BÉ um procedimento de relativa facilidade de execução, que possibilita uma pequena exposição ao palato ósseo, com alta morbidade para a mucosa palatina, desde que se preserve o feixe vasculonervoso palatino maior, promovendo-se necrose do mucoperiósteo palatino.
  3. CPara a técnica, convém atenção para o feixe vasculonervoso nasopalatino (V2), que penetra na fibromucosa palatina a partir do canal incisivo, irrigando e inervando esta mucosa na região anterior, de canino a canino. Do mesmo modo, é fundamental o reconhecimento anatômico dos vasos e nervos palatinos maior e menor (V2), junto com seu forame, assim como a correlação desses com seu território: o mucoperiósteo palatino distal aos caninos, bilateralmente; e a mucosa do palato mole.
  4. DO trajeto anterior da artéria palatina maior, entre o processo alveolar e o processo palatino, deve ser visualizado, pois tal vaso deve ser seccionado durante o ato cirúrgico.
  5. EO acesso ao palato varia em função de necessidade e indicação cirúrgicas, mas classicamente procede-se a uma incisão no sulco gengival palatino até o osso alveolar, na extensão que se fizer necessária. Segue-se o descolamento do mucoperiósteo palatino, podendo-se seccionar, se necessário, o feixe vasculonervoso nasopalatino e o feixe palatino maior bilateralmente, sem mais implicações.
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GabaritoC — Para a técnica, convém atenção para o feixe vasculonervoso nasopalatino (V2), que penetra na fibromucosa palatina a partir do canal incisivo, irrigando e inervando esta mucosa na região anterior, de canino a canino. Do mesmo modo, é fundamental o reconhecimento anatômico dos vasos e nervos palatinos maior e menor (V2), junto com seu forame, assim como a correlação desses com seu território: o mucoperiósteo palatino distal aos caninos, bilateralmente; e a mucosa do palato mole.

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