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Questão de Odontologia — Cirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações. — UPENET/IAUPE 2024

OdontologiaCirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações.
Código
qg383588
Banca
UPENET/IAUPE
Órgão
SES-PE
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Residência Multiprofisisonal - Perfil Hospitalar - Cirurgia Buco Maxilo Facial
Em cirurgia ortognática, o uso de enxertos ósseos desempenha um papel fundamental na correção de deformidades dentofaciais.Qual das alternativas abaixo melhor descreve as indicações, tipos de enxertos e suas implicações clínicas?
  1. AO enxerto autógeno é o padrão ouro na regeneração óssea em cirurgia ortognática, sendo frequentemente escolhido devido à sua capacidade de osteoindução, enquanto os enxertos alógenos são frustrantemente ineficazes em termos de integração; ambos são sempre feitos de material sintético.
  2. BOs enxertos de tecido ósseo podem ser categorizados como autógenos, alógenos, xenoenxertos e enxertos sintéticos, com a escolha dependente da extensão da deformidade, da qualidade óssea do receptor e das expectativas de cicatrização; fatores, como a vascularização e a técnica cirúrgica, são cruciais para garantir a viabilidade do enxerto.
  3. CEnxertos em cirurgia ortognática devem ser utilizados apenas em casos de hipoplasia mandibular; sua aplicação em outras áreas da face resulta em comprometimento estético e funcional irreversível.
  4. DO uso de enxertos em cirurgia ortognática é dispensável, pois todos os deslocamentos ósseos podem ser realizados com dispositivos de fixação rígida, sem necessidade de apoio estrutural adicional, levando a uma recuperação mais rápida.
  5. EEnxertos de tecido ósseo são utilizados universalmente, em todas as correções ortognáticas devido à sua natureza autoexplicativa, mas não é necessário monitorar a cicatrização pós-operatória.
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GabaritoB — Os enxertos de tecido ósseo podem ser categorizados como autógenos, alógenos, xenoenxertos e enxertos sintéticos, com a escolha dependente da extensão da deformidade, da qualidade óssea do receptor e das expectativas de cicatrização; fatores, como a vascularização e a técnica cirúrgica, são cruciais para garantir a viabilidade do enxerto.

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